Já está no site da Prefeitura o regulamento do concurso que vai escolher a Rainha, Princesas e Madrinha dos Peões da 6ª Festa de Peão de Boiadeiro de Castro. As inscrições começam dia 17 de fevereiro e devem ser feitas presencialmente no Espaço Cultural Vicente Machado (Praça Manoel Ribas, 170), até dia 28 de fevereiro. A eleição das majestades acontecerá dia 14 de março e a Festa, em comemoração aos 321 anos de Castro, entre dias 19 e 22 de março. O concurso terá cinco fases: inscrições, pré-seletiva, divulgação das selecionadas, ensaio de passarela e, por fim, o desfile com julgamento e premiação. Neste ano, as vencedoras receberão, ao todo, R$ 23 mil em dinheiro. A Rainha será premiada com R$ 6 mil, a 1ª Princesa com R$ 4 mil, a 2ª Princesa com R$ 3 mil e a madrinha com R$ 2 mil. As dez semifinalistas que passarem para a última fase também receberão R$ 500 cada. As eleitas devem representar e divulgar o Rodeio, participar de eventos dentro e fora do município e participar de todos os dias da festa. Para concorrer, as candidatas precisam morar há pelo menos um ano no município de Castro, ter entre 18 e 35 anos completos e não ter parentesco com qualquer membro da Comissão Organizadora, jurados ou com o prefeito. Não podem participar as majestades eleitas em edições anteriores. O regulamento também impede a inscrição de candidatas que tenham antecedentes criminais. Depois da etapa de pré-seletiva, as candidatas serão avaliadas por jurados no desfile aberto ao público. Os jurados vão avaliar quesitos como beleza, plástica corporal, desenvoltura e elegância, simpatia e capacidade de comunicação. Inscrições Datas: de 17 a 28 de fevereiro Horário: das 08h30 às 11h e das 13h30 às 17h Local: Espaço Cultural Vicente Machado (Praça Manoel Ribas, 170) Documentos: cópia da carteira de identidade, CPF, declaração de residência registrada em cartório, comprovante de endereço do mês de fevereiro. Mais informações: (42) 2122-5535 Próximas etapas Pré-seletiva: 06/03 às 19h30 em local a ser definido Divulgação das selecionadas: 07/03, nas mídias sociais da Prefeitura Municipal de Castro Ensaio de passarela: 12 e 13/03 em local a ser definido Desfile, julgamento e premiação: 14/03, às 19h30, no Ginásio de Esportes Padre José Pagnacco Premiação 6ª Festa de Peão Boiadeiro de CastroPromovida pela Prefeitura, a festa será entre dias 19 e 22 de março com provas tradicionais de rodeio e shows com Fernando & Sorocaba, Pedro Paulo & Alex, Naiara Azevedo e Israel & Rodolffo. O evento acontecerá no Parque de Exposições Dario Macedo e terá parque de diversões, feira de empreendedores locais e praça de alimentação, entre outras atrações que serão divulgadas em breve.
Paranaguá é maior porto exportador de óleo vegetal e frango congelado do Brasil
O Porto de Paranaguá liderou em 2024 a movimentação nacional de óleo vegetal, frango congelado e fertilizantes. Dados do Comex Stat mostram que as duas primeiras mercadorias foram campeãs de exportação, enquanto os fertilizantes lideraram as importações no porto paranaense. Foram exportados pelo porto ano passado 697.486 toneladas de óleo vegetal e 2.894.213 toneladas de frango congelado. Já a importação de fertilizantes ficou em 11.140.049 toneladas. No caso dos granéis líquidos, a movimentação do píer público respondeu por 53,3% das operações totais. Em relação à carne de frango congelado, o transporte é realizado em contêineres com controle de temperatura (reefer), em uma área com 5.268 tomadas, que representa o maior pátio deste tipo da América do Sul. “Trabalhamos com inteligência logística e investimentos de ponta para suprir a demanda do mercado e alavancar as movimentações portuárias no Paraná”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia “Estamos investindo em diversas mercadorias, principalmente naquelas mais demandadas pelo mercado. Atualmente, o Porto de Paranaguá conta com três berços exclusivos para a movimentação de fertilizantes e, quando há disponibilidade na agenda de atracação, outros berços também recebem navios com esse tipo de carga”, destacou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira. CARGAS MULTIPROPÓSITO – A grande variedade de commodities que passaram pelos portos paranaenses contribuiu para a liderança nacional nesses segmentos e para o novo recorde de movimentação em 2024. Das 66.769.001 toneladas exportadas e importadas por Paranaguá e Antonina, grande parte foi composta por açúcar, fertilizantes, cereais e contêineres. “Os portos paranaenses são corredores multipropósito, o que garante uma operação constante e evita quedas de produtividade ao longo do ano”, pontuou Garcia. A possibilidade de atuar com produtos de vários segmentos compensou, por exemplo, a redução no embarque de soja e milho, ocasionada, entre outros fatores, pelos preços internacionais pouco atrativos para o setor produtivo. Ainda assim, os cereais mantiveram seu protagonismo na importação. O trigo, malte e a cevada responderam por um crescimento de 76% (1.708.673 toneladas) na movimentação de grãos em relação a 2023 (614.550 toneladas). O market share de importação da cevada, por exemplo, ultrapassou 40%. Em relação a 2023, a movimentação de cevada no Porto de Paranaguá cresceu 168%, enquanto a do trigo aumentou 157%. Como corredor exportador, a Portos do Paraná foi responsável pela saída de 6.412.716 toneladas de açúcar a granel, representando um crescimento de 17% em relação ao ano anterior (6.412.716 toneladas). Já o açúcar ensacado alcançou 846.305 toneladas, um aumento de 43% em relação a 2023 (846.305 toneladas). Também se destacaram as cargas transportadas por contêineres, com um aumento de 19% nas exportações (9.049.796 toneladas em 2024 e 7.579.598 toneladas em 2023), lideradas pela movimentação de carnes de aves congeladas, e um crescimento de 35% nas importações (7.276.868 toneladas em 2024 contra 5.406.513 toneladas em 2023), com destaque para plásticos e outros produtos ESTRUTURA E INVESTIMENTOS – A atual infraestrutura dos portos paranaenses e os investimentos constantes permitem uma operação diversificada, mantendo o fluxo de cargas ao longo do ano, diferentemente do que ocorria no passado. “Trabalhamos com uma estratégia logística de alta produtividade e com grandes investimentos. Em 2024, foram mais de R$ 185 milhões destinados a infraestrutura, manutenção de equipamentos e novas obras”, ressaltou Garcia. Ao todo, foram registradas 2.724 atracações em Paranaguá e Antonina ao longo de 2024, um aumento de 4% em relação a 2023, quando 2.620 embarcações passaram pelos berços de atracação. Outro número que impressiona é o de vagões: 278.353 unidades acessaram os portos paranaenses, contra 275.720 no ano anterior. Já no pátio de triagem, foram registrados 392.214 caminhões.
Janeiro de 2025 foi o mês mais quente do planeta
Em janeiro de 2025, a temperatura do planeta registrou 1,75 grau Celsius (°C) acima do nível pré-industrial. Foi a maior já anotada pela série histórica do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da União Europeia, ficando 0,79°C acima da média de 1991-2020 para o mês, com temperatura do ar na superfície de 13,23ºC. “Janeiro de 2025 é outro mês surpreendente, continuando as temperaturas recordes observadas nos últimos dois anos, apesar do desenvolvimento das condições de La Niña no Pacífico tropical e seu efeito de resfriamento temporário nas temperaturas globais”, diz Samantha Burgess, líder estratégica para o clima do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF, na sigla em inglês). O registro leva o planeta ao 18º mês – dos últimos 19 meses – em que a temperatura média global do ar superficial foi superior a 1,5°C acima do nível pré-industrial. De fevereiro de 2024 a janeiro de 2025, o planeta ficou 1,61°C acima da média estimada de 1850-1900 usada para definir o nível pré-industrial. De acordo com o relatório da instituição divulgado nesta quinta-feira (6), as temperaturas acima da média foram observadas principalmente no sudeste da Europa, nordeste e noroeste do Canadá, Alasca e Sibéria, sul da América do Sul, África e grande parte da Austrália e Antártica.
Avião cai em plantação durante tentativa de pouso de emergência na região
Um avião de pequeno porte caiu em uma plantação no Paraná durante uma tentativa de pouso de emergência. Duas pessoas estavam a bordo da aeronave. O acidente aéreo aconteceu na tarde desta quarta-feira (05) em Reserva, nos Campos Gerais do Paraná. De acordo com as primeiras informações, o avião de pequeno porte era ocupado por duas pessoas e acabou caindo após uma pane no motor. O Corpo de Bombeiros confirmou a queda da aeronave. O avião teria saído de Concórdia (SC) com destino a São José do Rio Preto (SP). As equipes de socorro foram acionadas para realizar o atendimento às vítimas do acidente. Ainda não se sabe o estado dos ocupantes da aeronave.
Clima e aumento do consumo devem manter preço do café em alta
O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. A queda de preços, no entanto, só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação. O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial de café no mundo, representando quase 40% da produção mundial, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia. Safra Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. “Isso é muito ruim para a lavoura”, explicou o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado. “Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou. Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor. Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Hoje, por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. “Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”. Estimativas A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços. O setor também tem uma grande expectativa para a safra do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo. “Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso, “Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou. Dados do setor O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café. O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões. Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro de 2024 com dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%). Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica (2,7%).
Escolas do Estado já receberam a primeira remessa de alimentos da merenda
O Governo do Paraná, por meio da Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional), finalizou sexta-feira (31) a entrega da primeira remessa de 2025 da alimentação escolar para as mais de 2 mil instituições de ensino do Estado. As aulas retornaram nesta quarta-feira (05). Foram distribuídas mais de 4,7 mil toneladas de itens como açúcar, arroz polido, arroz parboilizado, feijão carioca, feijão preto, macarrão, farinha de trigo, biscoitos, barras de frutas, milho de pipoca, ervilha em conserva, leite em pó integral, manteiga, sal, seleta de legumes, composto lácteo, sucos, entre outros. O investimento total nessa remessa, incluindo alimentos não perecíveis e a agricultura familiar, é de aproximadamente R$ 108,5 milhões, tanto para itens utilizados no preparo das refeições, servidas no intervalo ou almoço, quanto para os que integram o Mais Merenda – programa estadual instituído no segundo semestre de 2022 em toda a rede estadual, que garante três refeições por turno, acrescentando um lanche na entrada e outro na saída. “O nosso programa de alimentação escolar é referência no Brasil e em outros países. Uma boa alimentação é essencial para o desenvolvimento e aprendizado dos estudantes, pois uma refeição balanceada melhora a disposição, a concentração e o desempenho”, destacou a diretora-presidente da Fundepar, Eliane Teruel Carmona. “Ao oferecermos alimentos nutritivos e de qualidade, garantimos que cada criança e adolescente tenha melhores condições de aprendizagem, especialmente aqueles que dependem dessa refeição como a principal do dia. É mais uma demonstração do compromisso do Governo do Estado com a educação do Paraná”, acrescentou. Para o ano letivo de 2025 estão previstas cinco remessas que vão garantir uma alimentação saudável e de qualidade aos estudantes. Além disso, há também distribuição periódica de itens perecíveis (carnes congeladas, pães, ovos, frutas e itens da agricultura familiar), entregues quinzenalmente pelos fornecedores, diretamente nas unidades escolares. O Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes – Educação em Tempo Integral, de Curitiba, já recebeu 3,1 toneladas de alimentos, entre a primeira remessa e o Mais Merenda. São lanches e refeições que serão servidos para os 650 alunos matriculados. “Os nossos depósitos estão cheios de produtos alimentícios e está pra chegar também carnes e agricultura familiar”, disse Michel Nocchi Oliveira, diretor do colégio. Segundo ele, a escola tem recebido ainda arroz e feijão orgânicos, e a novidade desta 1ª remessa de 2025 é a seleta de legumes. “Reafirmo a importância desse atendimento que a Fundepar e o Governo do Estado estão dando para as escolas. Sempre produtos de qualidade, atendendo as necessidades alimentares dos nossos estudantes. E na educação de tempo integral servimos 5 refeições diariamente para os nossos estudantes”, ressalta. Para serem adquiridos, os itens passam por uma análise em relação à qualidade técnica e à embalagem, realizada pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), para constatar se estão dentro das especificações exigidas em edital. Os gêneros alimentícios não perecíveis – a chamada merenda seca – são entregues pelos fornecedores na unidade armazenadora do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Os produtos são separados, pesados e acondicionados de acordo com o padrão de armazenagem e identificados por escolas, seguindo as guias de remessa emitidas pelo Fundepar, para então serem distribuídos. Quando chegam à escola, os produtos perecíveis e não perecíveis são verificados quanto à qualidade e à quantidade, retirados das embalagens secundárias, higienizados, armazenados nas despensas e organizados pela validade para serem utilizados no preparo das refeições.
Polícia Militar cumpre determinação judicial em Carambeí
Na tarde desta terça-feira (4), a Polícia Militar do Paraná, por meio do Destacamento de Polícia de Carambeí, deu cumprimento a um mandado judicial no bairro AFCB. A ação foi realizada por volta das 14h50, em um endereço na Rua Ildefonso Q. Oliveira. O indivíduo alvo da ordem judicial foi localizado e encaminhado ao Departamento Penitenciário (Depen), onde ficará à disposição da Justiça. A operação reforça o compromisso da PMPR em atuar de forma eficaz no cumprimento da lei e na manutenção da segurança pública.
Um a cada quatro proprietários de veículos do Paraná quitou à vista o IPVA 2025
Pouco mais de um quarto dos proprietários de veículos paranaenses aproveitou o desconto de 6% do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025, optando pelo pagamento à vista do tributo. Dos cerca de 4 milhões de veículos tributáveis em todo o Estado, 1.108.499 não vão mais precisar se preocupar com isso ao longo dos próximos meses. Ou seja, pelo menos um a cada quatro proprietários de veículo no Estado já quitou à vista o imposto. O número corresponde a 27,46% de todos os veículos tributados pela Receita Estadual no exercício de 2025 e leva em conta os dados até o último dia 30 de janeiro, data em que se encerrou o prazo para que os proprietários fizessem o pagamento do IPVA em cota única. De acordo com o gerente de IPVA da Receita, Leonardo Marcon, o percentual está dentro da média histórica no primeiro mês de cobrança. “Tradicionalmente, entre 25% e 30% dos paranaenses encerram janeiro com o imposto quitado, o que mostra que boa parcela dos contribuintes aprova o desconto e faz uso dele”, explica. “Isso sem falar do alívio no orçamento doméstico para os próximos meses”. Somando os pagamentos integrais com aqueles feitos parcelados, o Paraná fechou janeiro com uma arrecadação total R$ 2,6 bilhões, o que corresponde a 38,6% dos cerca de R$ 6,8 bilhões lançados pela Receita Estadual para o IPVA 2025. E esse número expressivo traz um impacto positivo não apenas para o Estado, mas também para os municípios como um todo. O IPVA é a segunda maior fonte de arrecadação do Estado, atrás apenas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Pela legislação, metade do montante arrecadado é repassado aos municípios de emplacamento do veículo. Em janeiro, o repasse para as 399 cidades paranaenses quebrou um recorde histórico, totalizando R$ 2,24 bilhões, o maior valor em 26 anos. Foram R$ 1,3 bilhão repassados para os municípios, que poderão aplicar essa quantia em áreas essenciais como saúde, educação, segurança pública e transporte. A outra metade é direcionada ao Tesouro Estadual, também sendo usada para o financiamento de obras e custeio de atividades essenciais. INTERIOR EM DIA – Entre as regiões, o Sudoeste é onde está a maior quantidade de veículos já com o IPVA 2025 em dia. Dos 225.656 veículos tributáveis em seus 42 municípios, 32,62% optaram pela cota única. Em seguida, aparece a região Centro-Sul (30,53%) e a Região Metropolitana de Curitiba (29,2%). Outro destaque fica para as regiões Sul (29%), Oeste (28,65%) e Centro-Oeste (28,6%), que também estão acima da média estadual na quitação à vista do imposto. Já a cidade com o maior percentual de quitações é Serranópolis do Iguaçu, na região Oeste, com 50,58%. Isso significa que mais da metade dos 1.554 veículos tributados no município já acertou as contas com a Receita Estadual. Foram exatos 786 contribuintes que aproveitaram o desconto de 6% oferecido na cota única. Em seguida, aparecem Quatro Pontes (48,7%), Maripá (48,7%), Virmond (47,86%) e Verê (47,06%). CALENDÁRIO CONTINUA – O prazo para o pagamento à vista do IPVA 2025 se encerrou no último dia 30 de janeiro. Desde então, os contribuintes têm apenas a opção de pagar o imposto em cinco vezes sem juros. Além disso, é possível pagar o IPVA 2025 com cartão de crédito, o que permite parcelar os débitos em até 12 vezes — sujeitas, neste caso, a juros aplicados pela instituição emissora dos cartões. As taxas podem ser verificadas AQUI. Além disso, o calendário de pagamento segue neste mês de fevereiro até maio. Importante destacar que, apesar do adiamento feito no pagamento da primeira cota e dos pagamentos à vista, em janeiro, o cronograma para os demais meses não foi alterado. Confira o calendário para pagamento parcelado: Finais 1 e 2: 20/02, 20/03, 22/04, 20/05 Finais 3 e 4: 21/02, 21/03, 23/04, 21/05 Finais 5 e 6: 24/02, 24/03, 24/04, 22/05 Finais 7 e 8: 25/02, 25/03, 25/04, 23/05 Finais 9 e 0: 26/02, 26/03, 28/04, 26/05 COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Assim, para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamentos de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS. A recomendação é que o contribuinte acesse diretamente os canais oficiais, evitando clicar em links enviados por e-mail ou mensagens. Também é aconselhado evitar plataformas de buscas, já que muitos sites falsos se aproveitam de ferramentas de impulsionamento para aparecerem nos primeiros resultados. Ao acessar uma página, o ideal é sempre garantir que ele termine com a extensão “.pr.gov.br”. Outra dica importante é sempre conferir o destinatário do pagamento, seja pela guia quanto no pagamento via Pix. No caso, a informação que deve constar é sempre “Governo do Paraná Secretaria de Estado da Fazenda”.
Caminhão tomba na PR-151 e causa interdição parcial da via
Na tarde da última terça-feira (04), um caminhão Volvo FH 460, com placas de Vagner (BA), tombou no km 230 da PR-151, no município de Jaguariaíva. O acidente ocorreu por volta das 16h10, quando o condutor, um homem de 33 anos, perdeu o controle do veículo e acabou tombando na pista. A carreta, que transportava uma carga não informada, interditou parcialmente a rodovia, exigindo a intervenção da Polícia Rodoviária Estadual . Os agentes permaneceram no local para garantir a segurança viária e auxiliar na sinalização até a remoção do veículo e da carga espalhada. O motorista sofreu apenas ferimentos leves e recebeu atendimento no local. As causas do acidente ainda não foram oficialmente divulgadas, mas as autoridades alertam para a importância da atenção redobrada dos condutores ao trafegar pela rodovia.
Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 33 milhões
O concurso 2.824 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (4), não teve nenhum acertador das seis dezenas. O prêmio acumulou e está estimado em R$ 33 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados foram: 04 – 16 – 34 – 43 – 54 – 57. A quina teve 31 apostas vencedoras, que irão receber R$ 71.366,18 cada. Outras 3.248 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 973,06. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de quinta-feira (6), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.