
Dois dias após ser eleito governador do Paraná, Sergio Moro (PL) retomou a agenda política e passou a participar das articulações para o segundo turno da eleição presidencial. Nesta terça-feira (7), Moro esteve ao lado dos senadores eleitos pelo Paraná Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), além do primeiro suplente de Moro, Luis Felipe Cunha, e do marqueteiro Marcelo Cattani.
A comitiva seguiu para uma reunião com Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno da Presidência da República contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O encontro deve tratar da participação do grupo paranaense na campanha nacional nas semanas que antecedem a votação, marcada para 25 de outubro.
TRANSIÇÃO NO PARANÁ
Além da agenda relacionada à eleição presidencial, Moro iniciou os primeiros movimentos para a transição do Governo do Paraná. Em entrevistas realizadas após o resultado eleitoral, o governador eleito informou ter conversado por telefone com o atual governador Ratinho Junior sobre o processo de transferência de informações e estrutura administrativa, que deverá avançar nos próximos dias.
Moro foi eleito governador no primeiro turno das Eleições 2026 e deverá assumir o Palácio Iguaçu em janeiro de 2027.
ATUAÇÃO NA CAMPANHA PRESIDENCIAL
A participação de Moro e Deltan Dallagnol na campanha nacional deverá incluir agendas ao lado de Flávio Bolsonaro. Segundo as informações divulgadas, os dois poderão atuar principalmente em atividades relacionadas aos temas de segurança pública e combate à corrupção, áreas associadas às suas trajetórias políticas.
Também integra a articulação o presidente estadual do Novo, Lucas Santos.
MARCELO CATTANI
O marqueteiro Marcelo Cattani também acompanha a comitiva. Ele esteve à frente da estratégia de comunicação da campanha que levou Moro ao Governo do Paraná e também participou das campanhas de Rosângela Moro, eleita deputada federal, e dos senadores eleitos Filipe Barros e Deltan Dallagnol.
Com o primeiro turno encerrado no Paraná e a disputa presidencial definida para uma segunda etapa, a agenda de Moro passa a conciliar os preparativos para a transição estadual com sua participação nas articulações da campanha presidencial.