Na última segunda-feira (17), por volta das 18h, um incêndio destruiu completamente uma máquina agrícola forrageira na região da Tainha, área rural de Carambeí. Equipes da Defesa Civil foram acionadas e, ao chegarem ao local, encontraram o maquinário em chamas. Conforme apurou o portal Carambeí News, o combate ao fogo foi iniciado com o uso de água e, após a situação ser controlada, os agentes realizaram o rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes. O equipamento estava sendo utilizado para o corte de silagem em uma propriedade rural no momento do incidente. Ainda não há informações precisas sobre a causa do incêndio. No entanto, as altas temperaturas registradas no dia — que chegaram a 30°C — podem ter favorecido a propagação das chamas. Apesar da gravidade do ocorrido, o operador da máquina conseguiu sair ileso, sem ferimentos.
Carambeí: Rua Minerva é interditada devido a risco de desabamento
A Rua Minerva, uma das principais ligações entre os bairros Eldorado e AFCB, em Carambeí, foi interditada por tempo indeterminado. A decisão foi tomada pela Secretaria Municipal de Obras após vistorias apontarem risco iminente de desabamento. Diante da situação, equipes da prefeitura iniciaram uma intervenção emergencial para garantir a segurança de motoristas e pedestres. Enquanto os serviços de manutenção são realizados, a recomendação é que os condutores utilizem rotas alternativas. O comunicado publicado reforça que a via permanecerá bloqueada até que sua estabilidade seja plenamente restabelecida. Equipes seguem mobilizadas para concluir os trabalhos o mais breve possível.
Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2
A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (18) a parcela de fevereiro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 671,81. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,55 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,81 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Os beneficiários de 623 cidades receberam o pagamento na segunda (17), independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes de abril a junho, e de mais seis estados afetados por chuvas ou por estiagens. Além de todos os 497 municípios gaúchos e 62 do Amazonas, o pagamento unificado ocorreu em 16 cidades do Paraná, 14 de Sergipe, dez de Mato Grosso, nove de São Paulo, sete de Minas Gerais, seis da Bahia e duas do Piauí. Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família. O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Regra de proteção Cerca de 2,92 milhões de famílias estão na regra de proteção em fevereiro. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 367,63. Cadastro Desde julho de 2023, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 31 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS. Em compensação, outras 101 mil famílias foram incluídas no programa em fevereiro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.
Câmara Municipal de Carambeí realiza primeira sessão ordinária de 2025
Nesta terça-feira (18), a Câmara Municipal de Carambeí dará início às atividades legislativas da 8ª Legislatura (2025/2028) com a realização da primeira Sessão Ordinária do ano. O encontro acontecerá no Plenário Vanderlei Tadeu Andrusko Rodrigues, onde os vereadores apresentarão propostas e discutirão temas de interesse da população. Na pauta da sessão, estão previstos: • 6 Projetos de Lei Ordinária, que devem ser apresentados e encaminhados para análise das comissões; • 9 Indicações, com sugestões e solicitações dos vereadores para melhorias no município; • 1 Requerimento de Informação, instrumento utilizado para obter esclarecimentos sobre a administração pública. A primeira sessão do ano marca o início de um novo ciclo legislativo, no qual os parlamentares desempenharão suas funções de representação, fiscalização e proposição de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de Carambeí.
Agência do Trabalhador faz mutirão de vagas para auxiliar de operações na Castrolanda
A Prefeitura de Castro promove, nesta terça-feira (18), um mutirão de empregos na Agência do Trabalhador em parceria com a Employer RH. Os interessados devem comparecer as 8 horas, na Agência (Rua Benajmin Constant, 545, Centro), com o currículo atualizado. Não é exigida experiência nem escolaridade específica. As vagas disponibilizadas no mutirão são para o cargo de auxiliar de operações da Cooperativa Castrolanda. Para o superintendente de Cidadania da Secretaria de Cultura, Indústria, Comércio e Turismo, Rafael Oliveira, as vagas são uma excelente oportunidade para os trabalhadores castrenses, pois as vagas não exigem uma qualificação profissional específica e experiência anterior. Balanço Em janeiro, a Agência do Trabalhador de Castro preencheu 65 vagas das 69 disponibilizadas, atingindo quase 100% de aproveitamento. Para Oliveira, o resultado é positivo. “Nesse início de ano nós tivemos um fluxo muito alto de atendimentos e, felizmente, conseguimos ocupar praticamente todas as vagas disponibilizadas no nosso sistema”.
Proibição de celular na escola é bem-vinda, mas não é suficiente
A vida escolar de cerca de 47 milhões de estudantes do ensino fundamental e do ensino médio mudou radicalmente no ano letivo que acabou de iniciar. Conforme a Lei nº 15.100/2025, eles estão proibidos de usar “aparelhos eletrônicos portáteis pessoais durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da educação básica”. Para Danilo Cabral, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio do Colégio Galois em Brasília, a medida exige mudança de comportamento. Vai alterar, por exemplo, a comunicação com a mãe ou com o pai. “Às vezes, no meio da manhã, eu decido que vou almoçar na escola, e fica um pouco mais difícil avisar aos meus pais.” Apesar do empecilho, Danilo acha que “é só uma questão de adaptação mesmo” e que vai ser “muito benéfico”, porque “para prestar atenção nas aulas, a gente não pode mexer no celular”, admite cerca de dez dias depois da volta às aulas. Brasília (DF) 14/02/2025 – Proibição do uso de celulares nas escolas. A aluna do colégio Galois, Joana Chiaretto. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agênci Joana Chiaretto, da mesma turma que Danilo e também com 16 anos, percebe “mudanças muito positivas” no pátio da escola. “Antes, a gente via todo mundo no próprio celular. Sem conversar, nem nada, os grupinhos separados. Agora a gente vê um grupão de meninas jogando carta. A gente vê as pessoas conversando mais. Aqui na escola todo mundo está trazendo jogos”, conta com entusiasmo. Para ela, “as pessoas são muito viciadas no celular.” E, entre os mais jovens, “é muito difícil. Chega a dar aquela angústia, de querer pegar o celular, de ligar pra alguém ou mandar uma mensagem.” Sem fotos do quadro A visão crítica dos dois adolescentes sobre o uso de celular no colégio e os benefícios da proibição são compartilhados por seus professores. “Melhorou muito no quesito entrosamento dos alunos. Eles têm que conviver juntos de novo”, ressalta Victor Maciel, professor de biologia do ensino médio. O professor observa que, sem o celular, “os alunos não tiram mais fotos do quadro” e, mais atentos, perguntam mais, tiram dúvidas e aprendem mais. “Eles têm que estar mais focados agora. A aula fica mais interessante para eles. Porque sabem que não vão ter tanta facilidade depois para conseguir aquele conteúdo.” Patrícia Belezia, coordenadora do ensino médio no Galois, também apoia a decisão. Ela se recorda de que, em ano anterior, a escola flagrou alunos jogando no celular inclusive em plataforma de apostas, “muitos viciados no jogo do tigrinho e em pôquer eletrônico. Eles faziam apostas entre eles.” Como o exemplo é uma forma de educar, a coordenadora destaca que a restrição aos celulares na escola é para todos. Se estende aos funcionários e aos professores. Dulcineia Marques, sócia fundadora do colégio, acha que “ganhou um presentão” com a lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República. Para ela, o aparelho celular pode ser um marcador de desigualdades sociais em função do modelo e do pacote de dados. Ao seu ver, essas distinções distorcem o espírito das escolas que exigem o uso de uniforme igual para todos, que tem um propósito. “É o jeito de educar esses meninos. É assim para igualar as crianças e adolescentes. Para não trazer para dentro da escola o poder aquisitivo que os diferenciam pelos tênis e marcas de roupa.” Projeto pedagógico A escola de Dulcineia Marques, no Plano Piloto, atende a 1.198 meninos e meninas das quatro séries finais do ensino fundamental e dos três anos do ensino médio. A 32 quilômetros dali, em Ceilândia, no Centro Educacional n° 11, o diretor Francisco Gadelha atende a 1.512 estudantes dessas séries e também homens e mulheres de 18 a 60 anos do ensino de jovens e adultos (EJA). O diretor também faz elogios à proibição dos celulares. “No começo, eu era contrário à lei, por entender que o celular é uma ferramenta tecnológica. Mas agora estou observando em poucos dias como está sendo benéfico inclusive no comportamento. A gente está tendo menos brigas, menos situações de bullying.” Gadelha está aproveitando a entrada em vigor da Lei nº 15.100/2025 para provocar a reflexão dos alunos e dos professores. Na preparação do ano letivo, a escola adotou o livro “A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo social Jonathan Haidt, como referência para a criação de um projeto pedagógico em andamento. Segundo ele, os três primeiros dias de aula no período diurno foram “cansativos” porque teve de guardar na escola 15 celulares que os alunos trouxeram de casa. Os aparelhos foram devolvidos aos responsáveis pelos estudantes. Apesar de a escola retirar o telefone dos alunos, apenas um pai reclamou. “Em regra, os pais estão gostando muito”, avalia o diretor. Além da direção da escola durante o dia, Francisco Gadelha ainda leciona para adultos no período noturno. De acordo com ele, a proibição do celular “é mais difícil no EJA, porque os adultos estão mais viciados do que as crianças.” Com eles, a escola propõe um termo colaborativo para manter os aparelhos longe das salas de aula.” Uso consciente Para Luiz Fernando Dimarzio, analista pedagógico da Ctrl+Play, uma escola de tecnologia para crianças e adolescentes em cidades do estado de São Paulo, a lei que proíbe celulares é “polêmica”, pois “a questão do permitir ou proibir é acabar indo muito nos extremos.” Dimarzio opina que é preciso buscar formas saudáveis e conscientes do uso desses aparelhos. “Eu fico pensando, será que, de repente, definir momentos específicos para uso? Para uma pesquisa, tem inúmeros aplicativos educacionais, né? Será que, de repente, definir momentos específicos para o uso não seria mais interessante?”, Em suas indagações, o analista pedagógico lembra que a lei faculta o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula “para fins estritamente pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação”. Victor Freitas Vicente, coordenador de educação do Instituto Felipe Neto, avalia que havia um clamor no país pela adoção da lei contra os celulares nas escolas “e
Exportações paranaenses chegam a 167 países e somam US$ 1,45 bilhão em janeiro
O Paraná exportou US$ 1,45 bilhão em produtos para 167 países em janeiro de 2025, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) . O valor corresponde a 5,8% do total de vendas do Brasil ao Exterior, que alcançaram US$ 25,18 bilhões no mesmo período. O principal item enviado pelo Paraná foi a carne de frango in natura, com vendas de US$ 333,73 milhões, respondendo por 23% de toda a pauta de exportações do Estado. O valor é 30,2% superior ao que foi enviado do mesmo produto em janeiro de 2024, quando US$ 256,40 milhões (13,5% de participação) foram exportados ao mercado internacional. Na sequência aparecem soja em grão (US$ 103,99 milhões e 7,2% de participação), farelo de soja (US$ 97,09 milhões e 6,7%), açúcar bruto (US$ 87,57 milhões e 6%) e cereais (US$ 82,47 milhões e 5,7%). Papel, madeira compensada ou contraplacada, celulose, café solúvel e automóveis fecham a lista de principais itens enviados ao exterior. Sao destaques o café solúvel e automóveis, que registraram variação de 48,8% e 70,7%, respectivamente, na comparação com 2024. Quando comparado com outros estados, o Paraná foi o sétimo maior exportador no mês de janeiro deste ano, atrás de São Paulo (19%), Rio de Janeiro (13,3%), Minas Gerais (12,2%), Pará (7,4%), Rio Grande do Sul (6,6%) e Mato Grosso (6%). Em 2024, o Estado foi o 5º maior exportador do Brasil, alcançando US$ 23,3 bilhões, acima do Pará (em 6º) e Rio Grande do Sul (em 7º) CRESCIMENTO – As estimativas apontam para o crescimento das exportações paranaenses ao longo de 2025, devido a expectativa de uma boa safra de grãos com a colheita de 45,2 milhões de toneladas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, as perspectivas são positivas para 2025, considerando que deverão ser gerados excedentes agrícolas exportáveis em grande volume durante o ano. “Os prognósticos de safra apontam para uma produção estadual de soja próxima do recorde, o que deverá favorecer as exportações paranaenses nos próximos meses, uma vez que a oleaginosa é um importante item da pauta das vendas externas”, destacou. MERCADOS – Quanto aos destinos das mercadorias produzidas no Paraná em janeiro, a China se sobressai como principal parceira comercial, responsável por 11,1% de participação e aquisições de US$ 160,32 milhões. A Argentina, que faz divisa com o Estado, aparece em 2º lugar, com US$ 97,52 milhões e 6,7% de participação, seguida de Estados Unidos (US$ 94,37 milhões e 6,5%), Irã (US$ 58,66 milhões e 4%) e Emirados Árabes Unidos (US$ 55,91 milhões e 3,9%). Paraguai, Bangladesh, Índia, México e Tailândia completam a lista de 10 maiores compradores do Estado que, juntos, responderam a quase metade das exportações do Paraná, com 46,9%. No total, os produtos paranaenses desembarcaram em 167 mercados diferentes, alcançando desde clientes tradicionais, como países europeus, grandes economias asiáticas, América do Norte e os vizinhos da América do Sul, até nações pouco conhecidas, como Chade e Togo, países do continente africano. IMPORTAÇÃO – No sentido contrário, o Paraná importou diversos tipos de produtos, com destaque para adubos e fertilizantes (US$ 171,79 milhões), produtos químicos orgânicos (US$ 144,93 milhões), autopeças (US$ 121,23 milhões), produtos químicos diversos (US$ 85,05 milhões) e máquinas e instrumentos mecânicos diversos (US$ 79,84 milhões). O Estado importou US$ 1,69 bilhão em janeiro de 2025.
Semana começa com novo recorde de vagas de empregos no Paraná: 24,6 mil
As Agências do Trabalhador e postos avançados do Paraná começam a semana com a oferta de 24.697 vagas de empregos com carteira assinada, o maior número de oportunidades do ano, superando os 23.787 postos de trabalho com carteira assinada oportunizados na primeira semana de fevereiro. A maior parte das vagas ofertadas nesta semana é para alimentador de linha de produção, com 7.067 oportunidades. Na sequência, aparecem as funções de magarefe, com 1.083 vagas, operador de caixa, com 1.001, e operador de caixa, com 686. A Grande Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis, com 5.107 oportunidades. São ofertadas 556 vagas para alimentador de linha de produção, 389 para operador de caixa, 270 para faxineiro e 171 para atendentes de lojas e mercados. Na Capital, a Agência do Trabalhador Central de Curitiba oferta 52 vagas para profissionais com ensino superior e técnico em diversas áreas, com destaque para as funções de auxiliar de desenvolvimento infantil (cursando superior em pedagogia ou áreas afins), com 4 vagas, técnico em segurança do trabalho (curso técnico em segurança do trabalho), com 3 vagas, consultor de vendas (curso superior em administração ou áreas afins), com 3 vagas, e comprador (curso superior em administração ou áreas afins), com 3 vagas. A região de Cascavel aparece logo em seguida em volume de ofertas, com 4.625 oportunidades. São 1.417 vagas para alimentador de linha de produção, 289 para abatedor, 255 para magarefe e 193 para ajudante de motorista. Também são destaque as regiões de Londrina (2.657), Campo Mourão (2.542), Foz do Iguaçu (2.224) e Pato Branco (1.802). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são auxiliar de linha de produção, com 809 vagas, operador de caixa, com 101, servente de obras, com 84, e costureiro na confecção em série, também com 84 oportunidades. Na região de Campo Mourão, os destaques são para alimentador de linha de produção (808), magarefe (478), servente de obras (80) e vendedor de comércio varejista (63). Em Foz do Iguaçu, há oferta de emprego para alimentador de linha de produção, com 642 vagas, operador de caixa, com 151, repositor de mercadorias, com 110, e magarefe, com 70. Na região de Pato Branco, há oferta de emprego para as funções de alimentador de linha de produção, com 488 oportunidades, faxineiro, com 161, operador de caixa, com 78, e magarefe, com 72. ATENDIMENTO – Os interessados em ocupar as vagas devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.
Polícia Civil prende três pessoas e recupera objetos furtados em Carambeí e região
Na manhã de hoje (17) a Polícia Civil de Castro deflagrou a Operação Furtum, destinada a combater crimes de furtos, receptações e associação criminosa, praticados nas cidades de Castro e Carambeí. Ao total três pessoas foram presas em flagrante pela ocultação dos objetos, sendo elas dois homens, de 20 e 32 anos de idade, e uma mulher, de 32 anos. Além das prisões dos envolvidos, foram recuperados diversos objetos subtraídos, dentre eles uma motocicleta furtada em Carambeí no início deste mês, máquinas de lavar roupas, celulares, computadores, ferramentas, aparelhos de som, televisores e utensílios domésticos. Os mandados foram cumpridos na localidade Campina do Jotuva, área rural de Castro. Da investigação: a associação criminosa estava sendo monitorada pela Polícia Civil em decorrência de furtos praticados em chácaras e fazendas situadas na região rural de Castro e Carambeí. Após os furtos, os objetos eram por eles ocultados e colocados à venda em redes sociais. Esta foi a segunda fase da operação policial. Na primeira, deflagrada em janeiro deste ano, outros objetos foram recuperados, dentre eles uma caminhonete que fora furtada em Carambeí no final do ano de 2024, um motocicleta com sinais identificadores adulterados e até mesmo um cão. As investigações continuarão em andamento e serão finalizadas nas próximas semanas. Todos os objetos recuperados serão devolvidos às vítimas e os presos serão encaminhados ao Sistema Penitenciário.
Caixa começa a pagar Bolsa Família de fevereiro
A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de fevereiro do Bolsa Família. Recebem nesta segunda-feira (17) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Os beneficiários do Rio Grande do Sul recebem o pagamento nesta segunda, independentemente do NIS. O pagamento unificado beneficiará cerca de 620 mil moradores do estado. Quem vive em municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública em outros estados também recebe o Bolsa Família nesta segunda, independentemente do NIS. O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Além do benefício integral, cerca de 2,5 milhões de famílias estão na regra de proteção em fevereiro. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).