A BRF informou que a Avenida dos Pioneiros, em Carambeí, ficará interditada entre os dias 9 e 17 de agosto. Durante o período, o tráfego de veículos de pequeno porte será desviado pelo trajeto interno da SERP, medida já adotada em outras ocasiões. Já caminhões e ônibus deverão utilizar a entrada pela portaria do pátio de lenha para acessar a unidade. A empresa orienta que motoristas redobrem a atenção e programem seus deslocamentos para evitar transtornos.
Indústria paranaense foi a segunda que mais cresceu no 1º semestre de 2025, aponta IBGE
A indústria do Paraná acumulou o segundo maior crescimento do Brasil no 1º semestre deste ano, segundo os dados da nova Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira (8). Entre janeiro e junho de 2025, a produção industrial aumentou 5,2% no Estado em relação ao mesmo período do ano passado, uma variação mais de quatro vezes superior à média nacional, que foi de apenas 1,2%. Entre as Unidades da Federação, o desempenho do Paraná só ficou abaixo do registrado pelo Pará no ano, cujo crescimento foi de 6,9%. O índice também superou com folga o desempenho de outros estados com forte presença industrial, como Santa Catarina (4,4%), Rio de Janeiro (2,5%), Minas Gerais (2%) e São Paulo (-2,1%). Diferentemente de outros estados, que possuem alta dependência do segmento extrativista, a indústria paranaense é totalmente voltada à transformação. Os principais reflexos disso são o aumento no valor agregado da produção – como por exemplo a agroindústria – e a criação de empregos mais qualificados, com maior remuneração média aos trabalhadores. SEGMENTOS – As indústrias ligadas à fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos tiveram, de longe, a maior variação positiva no 1º semestre do ano entre os segmentos analisados pelo IBGE: 55,2%. Os outros aumentos em volume de produção foram registrados nos setores de veículos automotores, com 15,4%, produtos químicos (12,5%), máquina e equipamentos (11,2%), produtos de metal (6%), móveis (5,5%), produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,1%) e produtos de minerais não metálicos (4%). O bom desempenho anual no Paraná ocorreu após mais um mês de alta na produção. Em junho, a produção da indústria paranaense cresceu 1,4% em relação a maio, ante uma variação de apenas 0,1% em nível nacional. No comparativo com junho de 2024, a variação foi ainda maior (2,8%) na contramão do Brasil, que registrou queda de 1,3% no mesmo intervalo de tempo. O segmento com melhor desempenho no comparativo de junho de 2024 com junho de 2025 foi, novamente, o das indústrias de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, cuja variação foi de 183,3%, quase o dobro do volume de produção. Também houve crescimentos expressivos na fabricação de produtos de borracha e material plástico (15%), máquinas e equipamentos (11,9%), produtos químicos (9,9%) e veículos automotores (6,8%). No acumulado dos últimos 12 meses analisados pelo IBGE, a produção industrial aumentou 6% no Paraná, o terceiro melhor resultado do País, atrás do Pará, com 8,4%, e de Santa Catarina, com 6,2%. PESQUISA – A Pesquisa Industrial Mensal Regional produz indicadores de curto prazo relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativas e de transformação. Ela apresenta, mensalmente, índices para 17 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 0,5% no total do valor da transformação industrial nacional e para a região Nordeste como um todo. Os resultados detalhados da pesquisa para o Paraná, o Brasil e outros estados podem ser consultados no Sidra, o banco de dados do IBGE. Segundo o Instituto, a próxima divulgação da PIM Regional, relativa a julho de 2025, está agendada para 12 de setembro.
Mulher é agredida pelo companheiro no centro de Carambeí
Na noite desta quinta-feira (7), a Polícia Militar atendeu uma ocorrência de violência doméstica na Rua Atlanta, região central de Carambeí. Segundo o boletim policial, a vítima, uma mulher de 29 anos, relatou que foi agredida com um soco pelo convivente, um homem de 39 anos. Diante da situação, a equipe policial encaminhou as partes até a Delegacia de Polícia para a adoção dos procedimentos cabíveis.
Paraná tem em julho o 2º melhor resultado do ano em contratações via Rede Sine
O Paraná alcançou em julho de 2025 o 2º melhor resultado do ano em contratações com a intermediação das Agências do Trabalhador. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, foram 16.170 trabalhadores colocados no mercado formal via Sistema Nacional de Emprego (Sine), um aumento de 11% em relação a julho de 2024, quando foram registradas 14.612 contratações via esse sistema. O melhor resultado do ano foi em fevereiro, com 16.690. O avanço representa um marco importante na política pública de empregabilidade do Estado. O novo salto de desempenho é atribuído a uma série de medidas estratégicas adotadas pelo Governo do Paraná, entre elas, os investimentos em estrutura e equipamentos nas Agências do Trabalhador e qualificação profissional nas 218 unidades da rede no Estado. Em maio de 2025, o Governo anunciou um pacote de mais de R$ 12 milhões para a revitalização física das Agências do Trabalhador, voltado à modernização do Sistema Sine/PR. Os recursos, oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), foram destinados à compra de equipamentos, mobiliário e infraestrutura, além da ampliação da oferta de cursos gratuitos em mais de 300 municípios paranaenses. Outro fator decisivo para os bons resultados é o investimento na capacitação técnica das equipes que atuam nas agências. Desde o início do ano, a Secretaria tem promovido formações voltadas a gerentes e servidores da rede, em parceria com a Escola de Gestão do Paraná. Os treinamentos abrangem desde a operação do sistema de intermediação até temas como seguro-desemprego, atendimento ao cidadão e políticas ativas de emprego. Essa iniciativa tem apresentado impacto direto na eficiência e produtividade das unidades. Além da estrutura física e da equipe técnica, o Governo do Estado também enfatiza programas gratuitos de qualificação profissional dos trabalhadores, como o Qualifica Paraná, que oferece cursos presenciais e online em diversas áreas, com direito a bolsa-auxílio de até R$ 1.008 para estudantes em situação de vulnerabilidade. Para o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, os números de julho comprovam a efetividade dessas ações. “Esse aumento de 11% não é apenas uma estatística. Ele reflete um esforço coletivo, baseado em planejamento, investimento e escuta da população”, afirma. “Estamos falando de milhares de pessoas que conseguiram acesso ao trabalho formal com dignidade e apoio do poder público. Isso nos mostra que estamos no caminho certo”. MERCADO DE TRABALHO – O Paraná alcançou em junho de 2025 a marca de 3.313.368 pessoas com emprego formal, segundo o relatório mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). É a maior marca da história na nova formatação de controle do Ministério do Trabalho, implementada em 2020. Também é o maior resultado da região Sul, na frente de Rio Grande do Sul (2.910.184) e Santa Catarina (2.649.067), e o quarto maior do Brasil, atrás de São Paulo (14.667.290), Minas Gerais (5.059.493) e Rio de Janeiro (3.942.630). O Paraná vem evoluindo nesse indicador do mercado formal de trabalho desde janeiro de 2020 e chegou a junho de 2025 com crescimento no estoque superior às outras grandes economias do Brasil. A evolução paranaense foi de 22,9% (de 2.694.877 para 3.313.368), acima de Minas Gerais – de 4.138.300 para 5.059.493 – 22,2%, São Paulo – de 12.305.991 para 14.667.290 – 19,1%, Rio de Janeiro – de 3.347.118 para 3.942.630 – 17,7% e Rio Grande do Sul – de 2.534.481 para 2.910.184 – 14,8%.
Mega-Sena não tem ganhadores e prêmio acumulado vai para R$ 9 milhões
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.898 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (7). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 9 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados foram: 14 – 23 – 30 – 32 – 38 – 48 Apostas Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (9), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Dólar cai para R$ 5,42 e atinge menor valor em mais de um mês
Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e atingiu o menor valor em mais de um mês. A bolsa de valores subiu quase 1,5% e retomou os 136 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (7) vendido a R$ 5,423, com recuo de R$ 0,041 (-0,74%). A cotação alternou altas e baixas ao longo da manhã, mas firmou a tendência de queda durante a tarde, até fechar próxima da mínima do dia. No menor valor desde 3 de julho, quando estava em R$ 5,40, a moeda estadunidense acumula queda de 3,18% em agosto. Em 2025, a divisa cai 12,25%. O euro comercial caiu 0,74%, para R$ 6,32. No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 136.528 pontos, com alta de 1,48%. No maior nível desde 10 de julho, o indicador acumula dois dias seguidos de valorização acima de 1%, o que não ocorria desde o fim de abril. Num dia de baixo volume de movimentação no mercado interno, voltaram a prevalecer as notícias sobre eventuais mudanças de composição no Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos). A possibilidade de que o órgão comece a cortar os juros da maior economia do planeta em setembro beneficiou as moedas de países emergentes. Pela manhã, o dólar chegou a subir com especulações sobre quem substituirá o presidente do Fed, Jerome Powell. À tarde, no entanto, a divisa firmou o movimento de queda após a notícia de que Trump indicou o economista Stephen Miran para substituir a diretora do Fed Adriana Kugler, que renunciou na semana passada. A indicação de um nome ligado a Trump fortalece as chances de que o Banco Central dos Estados Unidos comece a cortar os juros em breve. * com informações da Reuters
Mercado formal de trabalho do Paraná cresce acima das principais economias do Brasil
O Paraná alcançou em junho de 2025 a marca de 3.313.368 pessoas com emprego formal, segundo o relatório mais recente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). É a maior marca da história na nova formatação de controle do Ministério do Trabalho, implementada em 2020. Também é o maior resultado da região Sul, na frente de Rio Grande do Sul (2.910.184) e Santa Catarina (2.649.067), e o quarto maior do Brasil, atrás de São Paulo (14.667.290), Minas Gerais (5.059.493) e Rio de Janeiro (3.942.630). O Paraná vem evoluindo nesse indicador do mercado formal de trabalho desde janeiro de 2020 e chegou a junho de 2025 com crescimento no estoque superior às outras grandes economias do Brasil. A evolução paranaense foi de 22,9% (de 2.694.877 para 3.313.368), acima de Minas Gerais – de 4.138.300 para 5.059.493 – 22,2%, São Paulo – de 12.305.991 para 14.667.290 – 19,1%, Rio de Janeiro – de 3.347.118 para 3.942.630 – 17,7% e Rio Grande do Sul – de 2.534.481 para 2.910.184 – 14,8%. Dois marcos importantes desse período foram que a diferença para o Rio de Janeiro, terceiro colocado, diminuiu ao longo dos últimos cinco anos, ao mesmo tempo em que a diferença com o Rio Grande do Sul, quarto colocado, aumentou. Atualmente essa diferença é 629.262 para o Rio de Janeiro, 22.979 a menos do que o começo da série, e de 403.184 para o Rio Grande do Sul, 242.788 a mais, o que significa que o Paraná produziu uma Colombo a mais em novos empregos. O governador Carlos Massa Ratinho Junior comemora os bons resultados. “Alcançamos o posto de quarta maior economia, com o PIB crescendo acima da média nacional, e pleno emprego no mercado de trabalho. Conseguimos atrair R$ 300 bilhões em investimentos privados nos últimos anos e isso teve impacto positivo sobre todas as cadeias, do campo à indústria”, afirmou. “Conseguimos crescer de maneira organizada aliando grandes investimentos públicos em infraestrutura e apostando nas virtudes dos nossos municípios”. Em janeiro de 2020, pouco antes da chegada da pandemia de Covid-19, eram 2.694.877 empregos formais no Paraná no Caged, com uma diferença pequena para o Rio Grande do Sul (2.534.481), de 160.396. Em relação ao Rio de Janeiro, que tinha 3.347.118 naquele mesmo mês, a diferença era de 652.241. O estoque de empregos do Paraná entrou num ritmo mais acelerado a partir da retomada da economia com a vacinação contra o coronavírus, em 2021. Em dezembro daquele ano o estoque de empregos do Paraná alcançou a marca de 2.885.879. Em dezembro de 2022, com a volta da normalidade econômica, já eram 3.004.274 – o Estado ultrapassou a marca de 3 milhões em agosto daquele ano. Em dezembro de 2023 eram 3.091.401 empregos formais no Paraná e em dezembro de 2024, 3.219.149, com salto de 3% até junho deste ano e os atuais 3.313.368 postos. Os números atuais do Paraná no mercado de trabalho são maiores do que a soma de todos os estados da região Norte (2.447.994) ou 40% do total de todos o estoque atual da região Nordeste (8.107.703). PERFIL DOS EMPREGOS – De acordo com o Caged, o Paraná tem 1.439.492 empregos formais ativos no setor de serviços, 811.162 na indústria, 759.993 no comércio, 182.339 na construção civil e 120.372 no agronegócio. Os segmentos que mais ganharam mão de obra nos últimos cinco anos foram serviços (293.689 a mais em relação aos 1.145.803 de 2020), indústria (131.915 a mais em relação aos 679.247 de 2020), comércio (120.987 a mais em relação aos 639.006 de 2020) e construção (55.084 a mais relação aos 127.255 de 2020). Nos dados mais detalhados, os mercados que mais empregam são indústria de transformação (776.273), atividades ligadas a informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (647.650) e comércio varejista (497.625). DADOS DE JUNHO DO CAGED – O Paraná encerrou o primeiro semestre de 2025 com 94.219 novas vagas de trabalho com carteira assinada, o que coloca o Estado como o terceiro maior gerador de empregos do Brasil no ano, até o momento. O saldo de empregos do Paraná é o resultado de 1.085.555 admissões e de 991.336 demissões. O desempenho foi o melhor da região Sul, à frente de Santa Catarina (80.381) e Rio Grande do Sul (76.368), ficando atrás apenas do saldo de São Paulo (349.904) e de Minas Gerais (149.282) no mesmo período. Nos seis primeiros meses deste ano no Paraná, o setor de serviços foi o que mais contratou, com 50.434 novos postos de trabalho gerados. Com 21.610 vagas, a indústria teve o segundo melhor resultado, seguida pelo comércio (10.902 vagas), a construção civil (9.034) e a agropecuária (2.219). INDICADORES DO IBGE – Esse resultado mensurado mensalmente no Caged ajuda o Paraná a alcançar bons indicadores em outras análises, entre elas a menor taxa de desemprego da história recente. O Paraná registrou o melhor 1º trimestre da série histórica na taxa de desocupação em 2024, com 4%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a 4º menor taxa de desempregados do Brasil no trimestre pesquisado, atrás apenas de Santa Catarina (3%), Rondônia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%) e empatado com Espírito Santo (4%) e Mato Grosso do Sul (4%). Até então, o melhor 1º trimestre paranaense era de 2024, com taxa de 4,8%, índice que já vinha reduzindo desde o 1º trimestre de 2021 (9,4%), durante o início da vacinação da pandemia. No ano seguinte, em 2022, o índice do 1º trimestre foi de 6,8% e, em 2023, de 5,4% no mesmo período. O IBGE também aponta que o Paraná alcançou a maior taxa de pessoas com trabalho da série histórica da PNAD Contínua, com 6,156 milhões de pessoas ocupadas, seja como empregado, empregador, por conta própria ou trabalhador familiar auxiliar. São 20 mil pessoas ocupadas a mais em relação ao 4º trimestre de 2024, quando eram 6,136 milhões. O Estado rompeu a barreira de mais de 6 milhões de pessoas ocupadas no 1º trimestre de 2024 e vem crescendo a cada trimestre desde então. O número de pessoas em atividade no Paraná é o 5º maior do País, atrás apenas de São
Governador anuncia laboratório de biotecnologia do leite e solução europeia para o agro
O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quinta-feira (7), durante a Agroleite 2025, em Castro, nos Campos Gerais, novos investimentos em inovação para a cadeia leiteira do Paraná e o setor agro do Estado. Um dos projetos é a criação de um laboratório de biotecnologia do leite, que contará com aporte estadual de R$ 20 milhões. Também foi confirmada a instalação da primeira fábrica brasileira da tecnologia SteriCerto, voltada ao controle biológico de pragas e doenças nas lavouras. Segundo o governador, as iniciativas reforçam a estratégia do Estado de promover uma agricultura mais tecnológica, sustentável e com maior valor agregado, beneficiando especialmente os pequenos produtores e cooperativas. “Hoje firmamos mais um acordo importante para o Parque Tecnológico do Leite, ampliando os investimentos que já vinham sendo feitos desde o ano passado. Teremos aqui o laboratório mais moderno do Brasil para pesquisa em derivados lácteos, uma estrutura que vai beneficiar não apenas o Paraná, mas todo o setor da pecuária leiteira nacional, que é um grande gerador de empregos no país”, afirmou Ratinho Junior. “A proposta é melhorar cada vez mais a qualidade dos nossos produtos, investir em genética, desenvolver novos itens e agregar valor à cadeia produtiva. A Agroleite também reflete esse avanço: no ano passado foram 330 expositores e neste ano já são 370, com uma movimentação econômica bilionária em apenas quatro dias. É uma feira consolidada, que orgulha o Paraná”, acrescentou o governador. EQUIPAMENTOS DE PONTA – O novo laboratório, batizado de Plataforma de Biotecnologia no Leite (PNB Leite), será instalado no Parque Tecnológico Agroleite. O investimento de R$ 20 milhões, viabilizado pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), será destinado à aquisição de equipamentos de ponta para estruturação da unidade. A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) será responsável pela gestão técnico-científica do laboratório, coordenando as atividades de pesquisa em parceria com instituições e empresas do ecossistema agroindustrial. A construção do edifício ficará a cargo da Cooperativa Castrolanda, com cessão em regime de comodato. A expectativa é que a obra tenha início em 2026 e a operação comece em 2027. A proposta, de acordo com o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, é desenvolver soluções tecnológicas que aumentem a competitividade da cadeia leiteira, com foco especial na realidade dos pequenos produtores, contribuindo para elevar a rentabilidade, a produtividade e a sustentabilidade no campo. “A parceria com a Castrolanda nos permitiu avançar rapidamente em temas estratégicos como sanidade, nutrição e genética animal. Agora, estamos conectando instituições de excelência, como a UEPG, que lidera o projeto, e a Universidade Federal do Paraná, para instalar um laboratório de bioprocessos voltado ao desenvolvimento de novos produtos biotecnológicos derivados do leite, como alimentos funcionais e probióticos”, explicou. TECNOLOGIA EUROPEIA – Também foi anunciada a implantação da primeira fábrica brasileira da tecnologia SteriCerto, resultado de uma parceria internacional entre o Governo do Paraná, por meio do Tecpar, o Consulado-Geral da Hungria em São Paulo e a empresa Ferticerto Soluções Orgânicas. O SteriCerto é um condicionador vegetal desenvolvido a partir de água submetida a um processo tecnológico que modifica sua estrutura molecular, conferindo propriedades sanitizantes, antifúngicas e bactericidas, sem uso de químicos ou geração de resíduos tóxicos. A tecnologia foi validada para uso em diferentes cultivos no Brasil, mostrando eficácia no combate a pragas e doenças e no aumento da resistência natural das plantas. Com a instalação da fábrica no Paraná, o produto passará a ser fabricado em escala industrial, ampliando o acesso dos produtores rurais à agricultura de base biotecnológica e reduzindo a dependência de defensivos químicos. “Estamos ampliando, junto com a Castrolanda, a testagem de um sanitizante vegetal desenvolvido na Hungria e que será avaliado quanto ao seu potencial de uso na pecuária, especialmente no combate à mastite. Essa integração entre ciência, inovação e setor produtivo mostra a força do sistema estadual de ciência e tecnologia e reforça o compromisso do Governo do Paraná com o desenvolvimento sustentável e a geração de valor no campo”, detalhou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. FÓRUM – Ratinho Junior também participou de um fórum de debate sobre o agronegócio. Ele falou sobre a transformação de alimentos pela indústria, a produção de grãos, exportação e o papel do Porto de Paranaguá como principal embarcador de proteína animal (frango, suíno e aves) do Brasil. AGROLEITE 2025 – Reconhecida como vitrine internacional da cadeia leiteira na América Latina, a Agroleite chega à sua 25ª edição com o tema “História que impulsiona o amanhã”. A feira reúne 370 expositores e mais de 550 animais das raças Holandesa e Jersey, com expectativa de receber mais de 160 mil visitantes e gerar R$ 500 milhões em negócios. A programação inclui torneios leiteiros, dinâmicas de máquinas, fóruns técnicos, painéis sobre tendências do setor e visitas a propriedades da região. A Castrolanda, organizadora do evento, também é responsável pelo projeto do Parque Tecnológico Agroleite, que tem apoio do Governo do Estado e visa integrar empresas, startups, instituições de ensino e produtores em um ambiente voltado à inovação e à sustentabilidade no campo. Para o presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, o Governo do Estado tem sido um grande parceiro do agronegócio nos últimos anos, com políticas que fazem a diferença para o aumento da produtividade. “Isso se reflete nesses anúncios importantes envolvendo o nosso centro tecnológico, que começaram a ser estruturados há cerca de um ano e meio e, que agora, com o investimento de R$ 20 milhões do Estado, representa um passo decisivo para fortalecer a cadeia leiteira. A Castrolanda acredita que, com tecnologia, cooperação e visão integrada, os produtores, as cooperativas e o Paraná como um todo avançam”, comentou. PRESENÇAS – Participaram da solenidade de anúncios os secretários estaduais da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona; do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca; da Indústria, Comércio e Serviços, Marco Brasil; Justiça e Cidadania, Valdemar Bernardo Jorge; presidente do DER-PR, Fernando Furiatti; presidente do Detran-PR, Santin Roveda; o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi;
Hanskamp chega ao Brasil para revolucionar a alimentação de gado leiteiro
A Hanskamp, multinacional holandesa com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias para alimentação automática e eficiente de gado leiteiro, anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil. A nova operação da empresa será instalada na região dos Campos Gerais, no Paraná, onde começará a fornecer soluções inovadoras para o setor agropecuário local. Conhecida por seu compromisso com a sustentabilidade, bem-estar animal e eficiência na alimentação, a Hanskamp traz ao Brasil uma série de produtos de alta tecnologia. O destaque é o dosador de ração concentrada e automatizado, que oferece a alimentação exata para cada animal, levando em conta a curva de lactação e a produção de leite de cada vaca. Esse sistema altamente preciso evita o desperdício de ração e assegura a máxima eficiência no uso dos recursos. O sistema da Hanskamp distribui a ração ao longo do dia, tanto no confinamento como nas salas de ordenha, de forma automática e controlada. Equipado com um sistema anti-derramamento, ele garante não apenas maior economia, mas também melhora o bem-estar dos animais e contribui para práticas mais sustentáveis na produção leiteira. O lançamento da empresa e dos seus produtos no Brasil aconteceu durante a Agroleite 2025, em Castro (PR), uma das maiores feiras do setor leiteiro do país, onde a Hanskamp está com um estande em parceria com o Consulado da Holanda. Pieter van der Meer, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Hanskamp no Brasil, enfatizou que a companhia está muito entusiasmada com a chegada ao Brasil. “A inovação e a eficiência que trazemos vão beneficiar não apenas os produtores de leite, mas também o meio ambiente e a qualidade de vida dos animais”, destacou. Com a instalação no Brasil, a Hanskamp reafirma seu compromisso de expandir sua atuação global, oferecendo soluções que buscam melhorar a produção leiteira de forma sustentável e tecnologicamente avançada.
Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio estimado em R$ 3,5 milhões
As seis dezenas do concurso 2.898 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está estimado em R$ 3,5 milhões. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.