O período de defeso da Piracema, ciclo de restrição à pesca de espécies nativas para preservar a reprodução natural dos peixes na bacia hidrográfica do Rio Paraná, começa neste sábado (1º). A ação é normatizada pela Portaria IAT 377/2022 e vale até 28 de fevereiro de 2026. A fiscalização será organizada pelo Instituto Água e Terra (IAT) com suporte do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). No último período de defeso, entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, foram lavrados 40 Autos de Infração Ambiental (AIA), com multas que totalizaram R$ 127,4 mil. Houve ainda a apreensão de 44 quilos de peixe, além de materiais e equipamentos como redes de pesca, molinetes, carretilhas, anzóis, entre outras ferramentas de pesca utilizadas irregularmente. A restrição de pesca é determinada pelo órgão ambiental há quase duas décadas, em cumprimento à Instrução Normativa nº 25/2009 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O IAT é um órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), responsável, também, pela fiscalização do cumprimento das regras na pesca. Considerando o comportamento migratório e de reprodução das espécies nativas, a pesca é proibida na bacia hidrográfica do Rio Paraná, que compreende o rio principal, seus formadores, afluentes, lagos, lagoas marginais, reservatórios e demais coleções de água inseridas na bacia de contribuição do rio. Entre as espécies protegidas no período estão bagre, dourado, jaú, pintado, lambari, mandi-amarelo, mandi-prata e piracanjuva. Não entram na restrição peixes considerados exóticos, que foram introduzidos no meio ambiente pelo homem, como bagre-africano, black-bass, carpa, corvina, peixe-rei, sardinha-de-água-doce, piranha-preta, tilápia, tucunaré e zoiudo. Também não entram espécies híbridas, que são organismos resultantes do cruzamento de duas espécies. “Importante destacar que há uma exceção dentro da Portaria do IAT na classe dos exóticos: a pesca do piauçu (Leporinus macrocephalus), peixe de origem da Bacia do Rio Paraguai, incluindo o Pantanal e o Baixo Rio Paraná, também é proibida durante todo o período de defeso da Piracema, justamente para defender a espécie”, explica o gerente de Monitoramento e Fiscalização do IAT, Álvaro César de Goes. PUNIÇÃO – A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 1.200 por pescador e mais de R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos se ficar comprovada a retirada de espécies nativas durante o defeso, com cobrança de R$ 100 por apetrecho recolhido. O transporte e a comercialização também são fiscalizados no período. “Assim que constatada qualquer irregularidade, os infratores terão os peixes apreendidos, o que também pode acontecer com os barcos. E, nos casos de prisão, o responsável é encaminhado ao Ministério Público”, diz Goes. Denúncias sobre pesca irregular ou uso de equipamentos ilegais podem ser feitas de forma anônima e segura por meio do telefone 181 (Disque Denúncia). “Além da importância da conservação das espécies nativas, o defeso tem papel socioambiental, despertando consciência ecológica nos turistas e pescadores”, destaca o gerente.
PM apreende motocicleta com sinais identificadores adulterados na região
Durante patrulhamento na tarde de quinta-feira (30), a Polícia Militar de Arapoti apreendeu uma motocicleta com sinais identificadores adulterados na Rua Nicanor Luiz Esteves, no bairro Aratinga. O veículo chamou a atenção da equipe por estar estacionado irregularmente sobre a calçada de uma praça. Ao verificar a placa, os policiais constataram que a numeração correspondia a uma motocicleta de outro modelo. Além disso, tanto o chassi quanto o número do motor estavam raspados, o que impossibilitou a identificação original. A pessoa que se apresentou como proprietária relatou ter adquirido o veículo recentemente por meio de uma rede social, sem conhecer o vendedor. Diante dos fatos, a motocicleta foi apreendida e a envolvida encaminhada para a Polícia Civil para esclarecimentos e demais providências legais.
De olho no calendário: conheça mais sobre algumas das atrações do Verão Maior Paraná
Entre tantas estrelas que se apresentarão no Verão Maior Paraná 2026 em mais de 30 apresentações, alguns novos artistas e revelações da música nacional vão invadir a cena com criatividade e originalidade. Jiraya Uai, CountryBeat e Kamisa 10 representam a nova geração da música e, ao lado de outras duplas sertanejas revelações, simbolizam a mistura agronejo, funk e pagode pop modernos. O Verão Maior Paraná terá cinco finais de semana seguidos de espetáculos gratuitos, de 9 de janeiro a 8 de fevereiro, que ocorrem em Matinhos e Pontal do Paraná, no Litoral, e uma das marcas é justamente o lançamento de novidades para os paranaenses e turistas. Além da nova geração de artistas e de dois nomes internacionais (Gipsy Kings by Andre Reyes e Inner Circle), a programação também terá outras atrações nacionais de renome, como Alok, Ana Castela, Luan Pereira, Dilsinho, Belo, Paralamas do Sucesso, Raça Negra, Zezé di Camargo & Luciano, entre outras. Para esquentar os tambores basta baixar a playlist oficial e separar as favoritas. Confira alguns dos nomes consagrados: ALOK – DJ INTERNACIONAL Alok nasceu em Goiânia, tem 34 anos, e se tornou um dos artistas brasileiros mais reconhecidos no cenário mundial. Filho dos DJs Swarup e Ekanta, pioneiros do psy trance e criadores do festival Universo Paralello, cresceu cercado pela música eletrônica e começou a tocar ainda na infância, ao lado do irmão gêmeo Bhaskar. Com apenas 12 anos, os dois criaram o projeto Lógica, que levou o som brasileiro para quase 20 países. Aos 19 anos, Alok seguiu carreira solo e desenvolveu um estilo próprio dentro do house music, o brazilian bass, que mais tarde se tornaria sua marca registrada. O sucesso internacional veio em 2016 com “Hear Me Now”, parceria com Zeeba e Bruno Martini, que soma quase 2 bilhões de execuções nas plataformas digitais. A faixa projetou o artista globalmente e abriu caminho para apresentações em grandes festivais como Tomorrowland e Rock in Rio. Atualmente, Alok é o terceiro melhor DJ do mundo segundo a revista britânica DJ Mag. São mais de 22 milhões de ouvintes mensais no Spotify, mais de 60 milhões de seguidores nas redes sociais e mais de 2 bilhões de visualizações em seu canal no YouTube. Seu principal hit, “Hear Me Now”, segue como uma das músicas brasileiras mais tocadas da história recente. Reconhecido pela energia dos shows e pela fusão entre música e impacto social, Alok também atua como empresário e produtor. É fundador das gravadoras Up Club Records e Controversia Records, que revelam novos nomes da música eletrônica nacional. ANA CASTELA – NINGUÉM SEGURA A BOIADEIRA Com apenas 21 anos, Ana Castela se consolidou como um dos maiores fenômenos da música brasileira da atualidade. Natural de Amambai, no Mato Grosso do Sul, e criada em Sete Quedas, na fronteira com o Paraguai, a cantora cresceu entre o campo e a cidade, influências que moldaram seu estilo e deram origem ao apelido de Boiadeira. O vídeo caseiro em que aparece cantando “Vaqueiro Apaixonado”, de Loubet, viralizou nas redes sociais e marcou o início de uma trajetória que transformaria a jovem estudante de medicina em um dos principais nomes do agronejo – ritmo que mistura sertanejo com referências do campo e do agronegócio, incorporando batidas eletrônicas e influências do pop e do funk. A carreira profissional começou em 2021 com o lançamento de “Boiadeira”, parceria com Us Agroboy. No ano seguinte, Ana ganhou projeção nacional com o sucesso de “Pipoco”, gravada com Melody e DJ Chris no Beat. Desde então, acumulou recordes e prêmios, incluindo o Grammy Latino de 2024 pelo álbum “Boiadeira Internacional” e o título de artista mais tocada no Brasil pelo ranking da Billboard. Também venceu o Prêmio Multishow como Revelação do Ano e o TikTok Awards na categoria “Não Nasci, Estreei”. Com mais de 15 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 40 milhões de seguidores em suas redes sociais e mais de 2 bilhões de visualizações em seu canal no YouTube, Ana Castela se tornou um dos maiores nomes da música brasileira. Seu principal sucesso, “Solteiro Forçado”, ultrapassa 700 milhões de reproduções nas plataformas musicais. A cantora participa de grandes festivais e divide parcerias com nomes como Luan Pereira, Alok, Simone Mendes e Matheus & Kauan. O álbum “Boiadeira Internacional” foi gravado em Santa Terezinha de Itaipu, cidade no oeste paranaense, diante de 70 mil pessoas, e rendeu uma turnê com apresentações em Portugal e nos Estados Unidos. Em 2024, Ana Castela gravou em Londrina, no Norte do Paraná, o projeto “Herança Boiadeira”, com participações de artistas consagrados como Rionegro & Solimões, Eduardo Costa e Trio Parada Dura. A produção reforçou o vínculo da cantora com o Paraná, estado onde construiu parte da carreira e gravou alguns de seus maiores projetos. Atualmente, a artista prepara o lançamento do álbum “Let’s Go Rodeo”, em parceria com o DJ Diplo, que deve ampliar ainda mais sua projeção internacional. ZÉ NETO E CRISTIANO – HIT ATRÁS DE HIT Formam uma das duplas sertanejas mais populares do Brasil. Criados em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, os cantores iniciaram a parceria em 2011 e rapidamente conquistaram o País com sucessos que se tornaram hinos da música sertaneja moderna. Com quase 15 milhões de ouvintes mensais no Spotify, mais de 46 milhões de seguidores nas redes sociais e impressionantes 15 bilhões de visualizações no YouTube, a dupla figura entre os artistas brasileiros de mais sucesso na atualidade. Canções como “Largado às Traças” e “Notificação Preferida” ultrapassam 1,6 bilhão de reproduções cada uma nas plataformas digitais e consolidam o sucesso do duo. O reconhecimento nacional veio em 2016 com o álbum “Ao Vivo em São José do Rio Preto”, que apresentou o hit “Seu Polícia”. Em 2018, os projetos “Acústico” e “Esquece o Mundo Lá Fora” elevaram Zé Neto e Cristiano ao topo das paradas, com músicas como “Status que Eu Não Queria”, “Bebida na Ferida” e “Largado às Traças”, premiada como Música do Ano no Domingão do Faustão. Desde então, a dupla mantém uma sequência constante de álbuns e turnês com
Novembro começa com chuva, mas sol aparece com mais frequência na segunda quinzena
O mês de novembro começará com tempo chuvoso no Paraná devido à atuação de alguns sistemas meteorológicos que já impactam o Estado desde as últimas semanas de outubro. Porém, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a tendência é de que, na segunda quinzena do mês, as cidades paranaenses finalmente tenham mais dias de sol e o tempo fique um pouco mais quente. Os dias chuvosos também deixaram as temperaturas mais baixas, na última semana, principalmente no Centro e no Leste do Paraná. Outubro é um mês que historicamente registra altos acumulados de chuva por conta dos sistemas convectivos de média escala, que causam chuvas com duração de 6h a 12h, mas há outro fenômeno fazendo a chuva durar mais no Estado nas últimas semanas. “É a oscilação Antártica, que acontece entre a Antártica e o sul da América do Sul. Na fase negativa este fenômeno favorece o deslocamento de mais frentes frias nesta época do ano pelo sul do Brasil e os sistemas convectivos se tornam mais frequentes, mais persistentes”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar. A tendência é de que esse fenômeno continue atuando e favorecendo as chuvas pelo menos na primeira semana de novembro, por isso o novo mês começará parecido com outubro: temperaturas mais baixas, frio em alguns momentos e chuvas significativas por várias horas. FERIADO NO FINAL DE SEMANA – Outubro se despede nesta sexta-feira (31) com sol entre nuvens no Interior, e tempo fechado entre a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e o Litoral, com possibilidade de chuva leve nas áreas de serra. Não é descartada a possibilidade de temporais muito localizados nos Campos Gerais, Norte e região Central. As temperaturas não passam dos 22°C no Leste e de 27°C no Noroeste. No primeiro dia de novembro, há previsão de chuva rápida e localizada à tarde na região Leste. No Oeste, Sudoeste, Noroeste e Norte o dia já começa com a ocorrência de tempestades localizadas, causadas por áreas de instabilidade que chegam à partir do Paraguai. Há possibilidade de chuva a qualquer hora do dia. As temperaturas sobem um pouquinho no Leste, podendo chegar aos 24°C. Já no Finados, domingo (02), a chuva será mais abrangente e persistente em todo o Estado da madrugada até a tarde, e os maiores volumes de chuva, acima de 50 mm, estão previstos para as regiões Oeste, Noroeste, Norte, Centro e Campos Gerais. A chuva virá acompanhada de raios e há a possibilidade de precipitação de granizo localizada nestas regiões, além de rajadas de vento ocasionais entre 50 km/h e 70 km/h. As tempestades se afastam na direção de São Paulo até a noite. As temperaturas máximas caem um pouco, ficando entre 19°C e 22°C no Leste e não passando dos 25°C no Noroeste. As temperaturas mínimas, nos três dias, não terão muita alteração em comparação à última semana. “Na segunda quinzena de novembro a tendência é de que tenhamos o retorno do sol, com predomínio de mais tempo seco do que chuvoso, e com isso as temperaturas vão voltar a subir. Então vamos ter uma gangorra ao longo do mês de novembro: vai começar com temperaturas baixas, frio, chuvoso, e depois terá mais espaço entre um período chuvoso e outro, trazendo a volta do calor em boa parte do estado do Paraná”, detalha Kneib. DADOS HISTÓRICOS – Em novembro o volume de chuvas na média histórica é mais baixo do que em outubro. O lugar onde mais chove historicamente no mês é a região ao redor de Antonina, que tem uma média de acumulado de chuvas para novembro entre 200 mm e 225 mm. As regiões com menor acumulado de chuva historicamente no Paraná em novembro ficam ao redor de Cerro Azul e de Rio Negro, que tem volume entre 75 mm e 100 mm de chuva, em média. Ao redor de Cândido de Abreu e em uma faixa próxima a Ponta Grossa e a Curitiba, além da região acima de Paranavaí, o volume de chuvas em novembro historicamente é de 100 mm a 125 mm. O acumulado histórico para o mês é de 175 mm a 200 mm no Sudoeste e próximo a Apucarana. Já no Oeste e em uma faixa que vai até Londrina e até Guarapuava, o acumulado histórico para novembro é de 150 mm a 175 mm de chuva. As outras áreas da faixa norte e uma faixa que passa por Telêmaco Borba e União da Vitória tem média histórica de acumulado de chuva entre 125 mm e 150 mm em novembro. Com relação às temperaturas médias, as mais baixas de novembro historicamente ficam ao redor de Curitiba, General Carneiro e Palmas, com valores entre 16°C e 18°C. As mais altas são as do extremo Oeste e Noroeste, e ao redor de Cornélio Procópio, com valores entre 24°C e 26°C. O Litoral, as outras áreas da faixa Norte e do Oeste tem temperatura média entre 22°C e 24°C, com exceção de Toledo e Cascavel que, assim como a faixa central do Estado e a área próximo a Francisco Beltrão, tem temperaturas médias historicamente entre 20°C e 22°C em novembro. Os Campos Gerais ficam com temperatura média entre 18°C e 20°C. As temperaturas mínimas de novembro, historicamente, são mais baixas em todo o Sul, Campos Gerais e parte oeste da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), com valores em média entre 14°C e 16°C. Do Sudoeste, passando pelo Centro-Oeste até a faixa leste da RMC, as mínimas em novembro historicamente ficam em média entre 16°C e 18°C. As mínimas mais altas do mês são no Norte, Noroeste e Litoral, em média entre 18°C e 20°C. As temperaturas máximas de novembro, historicamente, são no extremo oeste e extremo noroeste, acima dos 30°C. Em metade do estado, em uma faixa que vai do Sudoeste até o Norte, passando por Guarapuava e Telêmaco Borba, a média das temperaturas máximas historicamente fica entre 28°C e 30°C. No Litoral e em uma faixa que passa pelos Campos Gerais até Pato Branco, a média das máximas fica entre
Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 34 milhões
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.934 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 34 milhões para o próximo sorteio. Os números sorteados foram: 09 – 17 – 23 – 26 – 33 – 59 Apostas Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (1ª), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
Carambeí anuncia vagas de emprego atualizadas nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira, 31 de outubro, a Agência do Trabalhador de Carambeí anuncia novas vagas de emprego em diversas áreas. As oportunidades reforçam o compromisso do município em facilitar o acesso da população ao mercado de trabalho e apoiar quem busca recolocação profissional. Entre as vagas abertas hoje estão: ATENDIMENTO – Agência do Trabalhador de Carambeí / Endereço: Rua do Bronze, 227, esquina com a Rua dos Lírios, Centro Cívico – Carambeí, PR. Documentos necessários • RG • CPF • Carteira de Trabalho IMPORTANTE – informações sobre vagas não são fornecidas por telefone. As vagas são atualizadas diariamente, permitindo que os candidatos acompanhem as novas oportunidades disponíveis no município.
Veja a previsão do tempo para Carambeí nesta sexta-feira
Confira a previsão do tempo para esta sexta-feira, 31 de outubro de 2025, na cidade de Carambeí (PR). A temperatura máxima será de 22°C e a temperatura mínima será de 13°C. Previsão de condições chuvosas por volta das 13:00. As rajadas de vento estão a 14 km/h. Aproveite o dia, mas esteja preparado para as condições do tempo. *Este conteúdo foi produzido por inteligência artificial com base nos dados divulgados pela Climatempo, serviço de informações meteorológicas.
Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 7 milhões
As seis dezenas do concurso 2.934 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 7 milhões. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
“Fim das concessões garante mais de R$ 60 bilhões em obras e tem sentimento de missão cumprida”, afirma Ratinho Júnior
A conclusão dos leilões das concessões rodoviárias do Paraná encerram um ciclo e uma chaga no Estado, que tinha o pedágio mais caro do País, sem a contrapartida das obras. Foi o que destacou o governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quinta-feira (30), durante o leilão do lote 5, o último realizado na Bolsa de Valores (B3). Os seis lotes paranaenses somam 3,3 mil quilômetros de estradas estaduais e federais, com investimentos previstos de mais de R$ 60 bilhões em obras e operação. “A conclusão desse processo traz uma diferença gigantesca de ganho, de escala de segurança para as rodovias e também no bolso dos paranaenses. Para nós, é um motivo de missão cumprida, depois de tanto tempo trabalhando para tirar do papel esses seis lotes”, afirmou o governador. “É um pacote importante não apenas para a logística do Paraná, mas também do Brasil, porque interliga o Sul ao Sudeste e ao Centro-Oeste e também a outros países do Mercosul”. Ratinho Junior destacou que ao longo de 24 anos de contrato das antigas concessões, os investimentos não chegaram a R$ 7 bilhões. Esse é o montante que deve ser aportado por ano pelas novas concessionárias com este novo pacote, que prevê 1,8 mil quilômetros de duplicações, contornos rodoviários e uma série de melhorias em rodovias que atravessam todas as regiões do Paraná. “Passamos 24 anos sofrendo com o pedágio mais caro do Brasil, sem obras e com muitos escândalos de corrupção e demagogia política. Resolvemos dar um basta nisso”, afirmou o governador. “Logo que assumimos o governo, iniciamos a elaboração desse projeto junto com o governo federal. Sempre defendi que teríamos três pilares que não abriríamos mão: transparência, com os leilões ocorrendo na B3, obras e preço justo na tarifa”. O lote 5 das Rodovias Integradas do Paraná contempla 433 quilômetros de estradas nas regiões Oeste e Noroeste do Estado, conectando Maringá, Campo Mourão, Cascavel e Guaíra, e foi arrematado pela empresa Reune Rodovias Holding II S/A, do Grupo Pátria, que já administra o Lote 1. Ele deve receber R$ 6,7 bilhões em obras e melhorias e R$ 5,2 bilhões em despesas operacionais ao longo de 30 anos de contrato. “Com este último leilão, vamos ter grandes corredores logísticos, contornos que são importantes para tirar o trânsito de dentro das áreas urbanas, para trazer mais mobilidade nas cidades que são cortadas por essas rodovias, e mais agilidade, em especial, até o Porto Paranaguá, que é o segundo porto mais importante do país, depois do de Santos”, explicou Ratinho Junior. Ele também destacou a modelagem inovadora adotada pelo Paraná, que trouxe no pacote rodovias federais e estaduais para aumentar a competitividade do certame. “Quando se faz projeto que tem verdade, estudo técnico e coloca o planejamento acima de tudo, conseguimos um resultado que beneficia a sociedade, entregando um pedágio moderno, transparente e um modelo vencedor, que se tornou referência para outras concessões, além de garantir o maior investimento em rodovias na América Latina”, salientou. PACOTE – As seis concessões do programa rodoviário do Paraná têm prazo de 30 anos a partir da assinatura dos contratos, com investimentos que ultrapassam R$ 60 bilhões, sendo considerado o maior programa rodoviário da América Latina. Ao todo, são 3,3 mil quilômetros de estradas – 1,1 mil quilômetros de rodovias estaduais e 2,2 mil de rodovias federais. Os dois primeiros lotes estão em operação desde janeiro de 2024. O Lote 1 é operado pelo Grupo Pátria – o mesmo que arrematou o Lote 5, com investimento previsto de R$ 7,9 bilhões, e o Lote 2, pelo Grupo EPR, com R$ 10,8 bilhões em obras. Já os Lotes 3 e 6 tiveram seus contratos iniciados em abril deste ano, sendo o Lote 3 gerido pelo Grupo Motiva (antiga CCR S.A.) e o Lote 6, também pelo Grupo EPR. Na semana passada, o Consórcio Infraestrutura PR, do Grupo EPR, apresentou desconto de 21,30% sobre a tarifa básica de pedágio e arrematou o lote 4, formado por 627,52 quilômetros de rodovias que cruzam as regiões Norte, Noroeste e Oeste do Paraná.
Com nova lei, escolas em tempo integral podem aderir ao modelo cívico-militar
O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta quinta-feira (30) a Lei 22.741/2025, que autoriza, a partir de 2026 e mediante consulta pública, a adesão das escolas de educação em tempo integral da rede estadual de ensino o modelo cívico-militar (CCM), na qual já estão 312 instituições de ensino em todo o Paraná, atendendo cerca de 190 mil estudantes. Desde a ampliação do modelo, entre 2021 e 2024, os principais benefícios observados nas unidades escolares aderentes ao programa foram a melhoria nos índices de aprendizagem, redução da evasão escolar e aumento da participação das famílias na rotina escolar. “A expansão do CCM é uma oportunidade estratégica para reforçar não apenas o vínculo dos estudantes com a escola, mas também os valores de cidadania e respeito mútuo como forma de desenvolvimento integral dos jovens paranaenses”, afirma o secretário da Educação, Roni Miranda. Aprovada no dia 28 de outubro pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a proposta prevê a participação da comunidade escolar nas consultas públicas. Elas levarão em consideração a vontade das famílias dos estudantes e demais integrantes das comunidades escolares. A relação das escolas ainda está em estudo e eventuais consultas serão precedidas de publicações no Diário Oficial e portais oficiais do Governo do Estado, onde também constarão as demais informações sobre o processo. A nova lei manteve a regra que institui que escolas noturnas, CEEBJAs (Educação de Jovens e Adultos), instituições indígenas, quilombolas, conveniadas com APAE, itinerantes, de assentamentos ou com dualidade administrativa não podem participar do programa. Colégios agrícolas que tenham mais de 150 alunos podem entrar no rol no futuro. 10 MIL NA FILA DE ESPERA – De acordo com o secretário da Educação, Roni Miranda, a proposta vem ao encontro da demanda das próprias comunidades escolares devido à grande procura por vagas nas instituições de ensino já pertencentes ao modelo CCM. Em todo o Estado, mais de 10 mil estudantes aguardam matrícula em instituições de ensino que ofertam o modelo de ensino. “Esse modelo nasceu de uma demanda da comunidade e tem mostrado excelentes resultados. O Paraná tem a melhor educação do Brasil, e seguimos trabalhando para manter esse padrão e expandi-lo para cada vez mais escolas”, destaca. No Colégio Estadual Cívico-Militar Beatriz Ansay, em Curitiba, por exemplo, a demanda cresceu significativamente desde 2023. A escola atende 1.200 alunos e mantém uma fila de espera de mais de 500 pessoas. “Em número de alunos, costumo dizer que somente com a fila de espera daria pra ‘abrir’ uma nova escola. É muito gratificante sabermos que tantos jovens gostariam de estudar aqui”, destaca o diretor da unidade, Sandro Mira Junior. Em Araucária, o Colégio Cívico-Militar Dias da Rocha também se destaca pelo número de interessados, com 517 estudantes na fila. As famílias reconhecem os benefícios da proposta. Maria Fernanda Temporal, mãe de aluna do 8º ano, destaca a formação integral proporcionada. “Nos colégios cívico-militares, valores como cidadania e respeito fazem parte do dia a dia. É isso que buscávamos”, afirma. Outro indicador que comprova os resultados positivos do modelo de ensino cívico-militar é o aumento na frequência às aulas, 3% acima da média das demais escolas do Estado. No Colégio Cívico-Militar Padre José Canale, em Apucarana, no Vale do Ivaí, a presença média dos alunos passou de 78% para 92% após a implementação do modelo. O reflexo é percebido no maior engajamento dos estudantes, na redução da evasão e na melhoria do desempenho acadêmico. Segundo o diretor da escola, Robson Desidera, o aumento da presença dos alunos nas aulas está relacionada ao ambiente diferenciado construído no dia a dia. “Criamos uma rotina organizada, com acompanhamento próximo e valorização do aprendizado. Isso faz com que os alunos se sintam parte da escola e participem mais ativamente”, explica. SOBRE O CCM – Implantado pelo Governo do Estado em 2021, o modelo cívico-militar é coordenado pela Secretaria de Educação do Paraná (Seed-PR) e combina a gestão civil com a presença de militares da reserva nas atividades administrativas e no apoio à rotina e organização escolar.