A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família. Recebem nesta sexta-feira (27) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício subiu para R$ 690,01. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançou 18,84 milhões de famílias, com gasto de R$ 13 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário pode consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Pagamento unificado Os beneficiários de 171 cidades de oito estados receberam o pagamento no último dia 12, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 122 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1). Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Regra de proteção Cerca de 2,51 milhões de famílias estiveram na regra de proteção em fevereiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
Carambeí anuncia vagas de emprego atualizadas nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, a Agência do Trabalhador de Carambeí anuncia novas vagas de emprego em diversas áreas. As oportunidades reforçam o compromisso do município em facilitar o acesso da população ao mercado de trabalho e apoiar quem busca recolocação profissional. Entre as vagas abertas hoje estão: ATENDIMENTO – Agência do Trabalhador de Carambeí / Endereço: Rua do Bronze, 227, esquina com a Rua dos Lírios, Centro Cívico – Carambeí, PR. Documentos necessários • RG • CPF • Carteira de Trabalho IMPORTANTE – informações sobre vagas não são fornecidas por telefone. As vagas são atualizadas diariamente, permitindo que os candidatos acompanhem as novas oportunidades disponíveis no município.
Veja a previsão do tempo para Carambeí nesta sexta-feira
Confira a previsão do tempo para esta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, na cidade de Carambeí (PR). A temperatura máxima será de 26°C e a temperatura mínima será de 16°C. Previsão de condições parcialmente nubladas por volta das 08:00. As rajadas de vento estão a 10 km/h. Aproveite o dia, mas esteja preparado para as condições do tempo. *Este conteúdo foi produzido por inteligência artificial com base nos dados divulgados pela Climatempo, serviço de informações meteorológicas.
Itaú anuncia fim das operações em Carambeí
O atendimento presencial do Banco Itaú em Carambeí será desativado nas próximas semanas. A informação consta em comunicado afixado na própria unidade, informando que a partir do dia 19 de março de 2026 o atendimento no local será interrompido, com encerramento definitivo das atividades previsto para 23 de março. Com a mudança, os correntistas do município passarão a ter como agência de relacionamento a unidade AG 200, situada na Rua Dr. Collares, nº 290, no Centro de Ponta Grossa. Segundo o comunicado, os clientes não terão alterações nos números de conta, cartões ou senhas. O acesso aos canais digitais, como aplicativo e internet banking, continuará funcionando normalmente. A única mudança será o local de atendimento presencial. Beneficiários do INSS que recebem por meio da instituição também deverão receber orientações específicas da Previdência Social, enviadas pelos Correios, com informações sobre o novo ponto de atendimento. REORGANIZAÇÃO – O fechamento integra um movimento mais amplo observado no setor bancário brasileiro. Nos últimos anos, instituições financeiras têm reduzido o número de agências físicas, diante do crescimento expressivo das operações realizadas por meio digital. Com a ampliação do uso de aplicativos e serviços online, os bancos têm reavaliado sua estrutura física, concentrando unidades em cidades-polo e ajustando custos operacionais. O Itaú já anunciou, em âmbito nacional, a revisão de sua rede de atendimento ao longo de 2026. CICLO – A agência instalada em Carambeí ocupa um prédio que faz parte da história econômica local. A estrutura foi viabilizada no início da década de 1980, quando o então Banco do Estado do Paraná (Banestado) passou a operar no município. A inauguração ocorreu em 1982, período em que a instalação de uma agência representou avanço significativo para moradores e produtores da região, que antes precisavam se deslocar para outras cidades em busca de serviços bancários. Após a privatização do Banestado, em 2000, a unidade passou ao controle do Itaú, permanecendo em atividade por mais de duas décadas. O encerramento marca o fim de uma presença bancária contínua no mesmo endereço por mais de 40 anos, simbolizando as transformações no modelo de atendimento do sistema financeiro.
Mês de transição, março terá temperaturas mais amenas e menos chuva, prevê Simepar
O mês que marca a chegada do outono trará temperaturas mais amenas e menos chuva ao Paraná. Março de 2026, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), terá temperaturas mais baixas ao amanhecer e mais dias nublados na faixa Leste. Não há previsão de ondas de calor severas no período. O outono astronômico terá início às 11h46 do dia 20 de março, mas as mudanças meteorológicas já demonstram desde o início do mês que trata-se de um período de transição entre as estações. “Março ainda é considerado um mês do verão. No Interior do Paraná, com maior predomínio de sol, teremos ainda vários dias consecutivos com temperaturas acima dos 30°C, principalmente no Norte e Oeste do Estado, mas no Leste e no Extremo Sul já começamos a ter mudanças no tempo”, ressalta Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar. Apesar de serem altas no Interior, as temperaturas serão inferiores às registradas em janeiro de 2026, quando várias cidades atingiram valores entre 35°C e 39°C. Ao longo do mês, as primeiras massas de ar frio começam a se aproximar do Sul do Brasil, transportando um ar um pouco mais seco e com temperaturas mais baixas para o Leste e o Sul do Paraná. “Por isso começamos a perceber mais nuvens, principalmente no Litoral e na Região Metropolitana de Curitiba. Nestas regiões os dias já amanhecem com temperaturas um pouco mais baixas, e isso favorece para que os dias sejam menos abafados. Mesmo assim, ao longo do mês, podemos registrar alguns dias com temperaturas elevadas”, explica Reinaldo. Devido à redução da umidade e do calor na atmosfera, em março historicamente chove um pouco menos do que os valores registrados em janeiro e fevereiro, no Paraná. “A tendência é de que em março de 2026 tenhamos chuvas ligeiramente abaixo da média, principalmente na faixa Oeste do Estado. Mas isso não quer dizer que o tempo vai ser seco. O que muda é que teremos maiores períodos sem chuva do que as precipitações típicas do verão, que ocorreram quase que diariamente em algumas regiões em dezembro e janeiro”, detalha. Já no Centro e no Leste do Paraná, principalmente entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Litoral, os acumulados de chuva devem ficar próximos da média histórica em março de 2026. CALOR – A temperatura média, ou seja, a média de todas as temperaturas registradas no dia, em março historicamente é mais alta em todo o Noroeste e extremo Oeste, bem como no Litoral Norte e ao redor de Cornélio Procópio até a divisa com São Paulo, ficando entre 24°C e 26°C. A mais baixa é especificamente em General Carneiro, entre 16°C e 18°C. Ao redor de Curitiba, de Guarapuava e até a região de Palmas, a temperatura média historicamente em março fica entre 18°C e 20°C. Nas outras regiões dos Campos Gerais e Centro Sul do Estado, em Cascavel e na parte Leste da Região Metropolitana de Curitiba, já perto da Serra do Mar, a temperatura média historicamente em março fica entre 20°C e 22°C. No resto do Estado, fica entre 22°C e 24°C. Com relação à média das temperaturas máximas, as mais altas são no extremo Oeste, no Noroeste e em toda a área que faz divisa com São Paulo, ultrapassando os 30°C. A região de Palmas até Cruz Machado possui a menor média de temperaturas máximas em março, na faixa de 24°C a 26°C. O Centro-Sul e a Região Metropolitana de Curitiba tem máximas médias em março de 26°C a 28°C. No resto do Estado, as máximas médias ficam entre 28°C e 30°C. A média das temperaturas mínimas, geralmente registradas no amanhecer, é mais alta no Noroeste e no Litoral em março, onde ultrapassa os 20°C. Entre Palmas e Cruz Machado a média das mínimas em março é a mais baixa do estado: entre 14°C e 16°C. No Centro Sul, Campos Gerais e parte oeste da Região Metropolitana de Curitiba, as mínimas médias em março ficam entre 16°C e 18°C. Em toda a faixa Oeste, na faixa Norte e na região da Serra do Mar, bem como nas outras áreas da Região Metropolitana de Curitiba, as mínimas médias ficam entre 18°C e 20°C em março. CHUVAS – Já sobre as chuvas, a região de Doutor Ulisses é a mais seca do Paraná historicamente em março, registrando um acumulado mensal entre 75 mm e 100 mm. Na parte norte da Região Metropolitana de Curitiba, incluindo a Capital, e nos Campos Gerais, bem como nas cidades que fazem divisa com o Mato Grosso do Sul e nas regiões de Vitorino e de Candói, a média de chuva em março é de 100 mm a 125 mm. No Litoral a média de chuvas em março é a mais alta, chegando a valores entre 225 mm até mais de 300 mm. No resto do Estado, a média de chuva em março historicamente fica entre 125 mm e 200 mm.
Regulariza Paraná é prorrogado e cidadão tem até fim de março para quitar dívidas com descontos
Os contribuintes paranaenses terão mais tempo para colocar as dívidas atrasadas em dia. O prazo de adesão ao Programa Regulariza Paraná foi prorrogado e agora vai até 27 de março para quem optar pelo parcelamento, e 31 de março para pagamento em parcela única. O Regulariza funciona como um programa ampliado de recuperação fiscal, permitindo a renegociação de débitos de IPVA, ICMS, multas e créditos inscritos em dívida ativa. Desde o lançamento, em dezembro de 2025, o programa já possibilitou a recuperação de mais de R$ 380 milhões aos cofres públicos, ao mesmo tempo em que ajudou milhares de contribuintes a reorganizarem sua situação fiscal. “A prorrogação é uma oportunidade para que mais contribuintes possam regularizar sua situação com condições facilitadas. Nosso objetivo é estimular a adimplência, oferecer segurança jurídica e permitir que empresas e cidadãos sigam suas atividades com tranquilidade”, afirma o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara. Entre os principais débitos incluídos está o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Podem ser negociadas dívidas com fato gerador até 31 de dezembro de 2024, com pagamento exclusivamente à vista e redução de 95% da multa e 60% dos juros. O programa contempla débitos de ICMS com fatos geradores até 28 de fevereiro de 2025, inclusive valores ainda não constituídos, inscritos em dívida ativa ou em discussão judicial. As condições variam conforme a forma de pagamento, com descontos mais elevados para a quitação à vista e reduções graduais de multa e juros nos parcelamentos em até 24 vezes. Quando a dívida já estiver judicializada, é necessário quitar os honorários advocatícios ou, ao menos, a primeira parcela para aderir ao programa. O Regulariza também abrange créditos tributários e não tributários inscritos em dívida ativa até 4 de novembro de 2025, com possibilidade de pagamento à vista ou parcelado em prazos mais longos, sempre com redução de multas. Em uma etapa posterior, o programa ainda permitirá a negociação de multas ambientais aplicadas pelo Instituto Água e Terra (IAT), além de outros débitos vinculados a órgãos da administração pública estadual. ACERTE JÁ – O Regulariza faz parte do Acerte Já, um portal que centraliza, em um único ambiente digital, todas as ferramentas de consulta, simulação e adesão aos programas de renegociação de débitos tributários, não tributários e inscritos em dívida ativa. A iniciativa foi criada para apoiar especialmente os contribuintes que enfrentam dificuldades para manter suas obrigações em dia. Por meio do site parana.pr.gov.br/lp/Acerte-Ja é possível acessar diretamente programas como o Regulariza Paraná, que integra a plataforma, além do Renegocia Paraná. O portal reúne informações claras, condições especiais de pagamento e descontos expressivos, tornando mais simples e transparente o processo de negociação e permitindo que o contribuinte regularize suas pendências com o Estado de forma prática e segura.
Paraná consolida liderança na exportação de suínos de raça; colheita de soja alcança 37%
O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgou nesta quinta-feira (26) o Boletim Conjuntural com dados atualizados da última semana de fevereiro. Nos assuntos em destaque, o levantamento aponta que o Paraná consolidou sua posição, entre os estados brasileiros, como o maior exportador de suínos reprodutores de raça pura. Em 2025, o Paraná foi responsável por 62,1% da receita nacional de exportação de suínos de alto valor genético (US$ 1,087 milhão), tendo o Paraguai como o principal destino desse material. Esse desempenho reforça a sanidade e o padrão tecnológico do rebanho paranaense, que atende mercados como Argentina, Uruguai e Bolívia. “Essa escolha pelo Paraná mostra, mais uma vez, que o Estado tem genética de ponta e sanidade do rebanho”, destaca a médica veterinária e analista do Deral, Priscila Marcenovicz. Ainda dentro da área da pecuária, o boletim destaca as exportações de carne bovina brasileira, que atingiram 258,94 mil toneladas, um aumento de mais de 25% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Há uma preocupação com a cota de importação chinesa, estabelecida em 1,1 milhão de toneladas. Só em janeiro, mais de 10% dessa cota já foi utilizada, o que pode causar variações no preço ao longo do ano. Mas outros mercados importantes continuam aumentando as aquisições de carne brasileira. No mercado interno, a maioria dos cortes bovinos pesquisados pelo Deral subiu de preço, com destaque para o filé mignon, que acumula alta de 17% em um ano. Na avicultura de corte, o cenário é de margens positivas para o produtor paranaense. O custo de produção do frango vivo encerrou 2025 em R$ 4,65/kg, uma queda de 2,9% em relação ao ano anterior, impulsionada principalmente pelo recuo nos preços da ração (-8,92%). No fechamento do ano, o preço médio recebido pelo produtor (R$ 4,92/kg) ficou 4,2% acima do custo médio anual, preservando a rentabilidade em um setor que lidera as exportações de carne no Brasil. SAFRA – O boletim trata ainda dos números da estimativa de safra, com base no relatório de Previsão de Safra Subjetiva, que tem como destaque a atualização da área de plantio do milho. No setor de grãos, a soja caminha para uma colheita robusta, mantendo a estimativa de 22,12 milhões de toneladas para o ciclo 2025/26. Até o momento, os trabalhos de campo atingiram 37% dos 5,77 milhões de hectares plantados, um ritmo considerado dentro da normalidade histórica. A manutenção da projeção traz segurança ao setor produtivo, embora o avanço da colheita da oleaginosa seja monitorado de perto, já que dita o ritmo de plantio do milho segunda safra e ajuda a mitigar riscos climáticos na janela de semeadura. O milho também desempenha papel central no balanço mensal, com previsão de alcançar 21,1 milhões de toneladas no somatório das duas safras. A primeira safra já está com 42% da área colhida, enquanto o plantio da segunda safra atingiu 45% dos 2,86 milhões de hectares previstos. A ampla área destinada ao cereal no segundo ciclo sustenta a perspectiva de produção elevada, garantindo o suprimento para a cadeia de proteína animal, apesar da concorrência direta com a soja pelo cronograma de uso das áreas agrícolas. Para o analista do Deral, Edmar Gervasio, o momento é bom. “Estamos tendo uma recuperação de área de plantio. Comparando com o período anterior, tivemos uma alta de mais de 20% em termos de área. Há muito tempo não se via um ganho de área na primeira safra porque a soja sempre é a principal cultura no primeiro ciclo de verão. Nesse ano, teve uma inversão. O milho ganhou espaço, principalmente, na primeira safra. E a produtividade tem sido muito boa. Devemos colher em torno de 3,6 milhões de toneladas na primeira safra e esse número pode melhorar”, disse. Em contraste com a estabilidade da soja, a cultura do feijão acende um alerta devido à forte redução de área. O levantamento de fevereiro aponta uma retração na área da segunda safra em relação ao ano anterior. Segundo Carlos Hugo Godinho, engenheiro agrônomo e analista do Deral, a redução é um movimento de cautela do produtor, que busca culturas com custos de manejo mais previsíveis neste momento. “Para quem produz, o cenário é de preços firmes, o que pode compensar o menor volume colhido. Já para o consumidor, mesmo com oscilação de preços a subida tem ocorrido de forma gradual e o varejo ainda possui estoques que amortecem o repasse imediato. A recomendação é que o consumidor pesquise, pois o feijão preto, por exemplo, ainda apresenta valores bem mais acessíveis que no mesmo período do ano passado”, diz. TOMATE – Por fim, o mercado de tomate apresenta a típica volatilidade de transição entre safras. Com 78% da primeira safra colhida, os preços ao consumidor registraram alta de 44% em janeiro em relação a dezembro. No entanto, o atacado já começou a dar sinais de arrefecimento em fevereiro, com queda de 40% nos preços na Ceasa de Curitiba. A expectativa é que as cotações se estabilizem a partir de abril, quando a colheita da segunda safra ganha volume no mercado estadual. “Em linhas gerais, mesmo com a oscilação, os preços do tomate estão em dia. O Brasil tem uma grande oferta, então o mercado busca se autorregular. O tomate primeira safra ainda está sendo colhido, mas tivemos bons rendimentos, os números estão quase estanques. A produção paranaense, em si, está boa”, afirma o engenheiro agrônomo do Deral, Paulo Andrade.
7ª Festa do Peão de Boiadeiro de Castro confirma grandes locutores
A 7ª Festa do Peão de Boiadeiro de Castro já começa a ganhar forma e promete arrepiar o público com a confirmação dos quatro locutores que vão comandar as competições, entre 18 e 22 de março. Sob o comando de Almir Cambra, Marco Brasil, Palito e Gleydson Rodrigues, a arena deve se transformar em palco de emoção, adrenalina e muita interação com o público. “Além dos locutores, toda a equipe será formada por profissionais reconhecidos em todo o território nacional que tem a missão de elevar o nível do espetáculo”, argumenta o Presidente de Honra da festa, Marcelo Menarim. Etapa do B&B Rodeo Super Cup A edição 2026 contará com uma etapa do B&B Rodeo Super Cup, campeonato nacional de montarias em touros que teve sua temporada inaugural em 2025. No primeiro ano, o circuito realizou 26 etapas e distribuiu mais de R$ 1,1 milhão em prêmios ao longo da temporada, incluindo carro zero quilômetro e premiações em dinheiro para campeões de etapa e da final. Para 2026, a expectativa é ainda maior. A previsão é de cerca de 35 eventos no calendário, com premiação de R$ 30 mil por etapa aos campeões, além de R$ 3 mil em diárias para as melhores montarias de cada noite, totalizando R$ 33 mil por etapa. O circuito também contará com quatro etapas bônus, que premiarão os campeões com carro zero quilômetro, além de dinheiro aos finalistas. A grande final deve distribuir R$ 100 mil aos campeões da etapa decisiva. Já os campeões da temporada 2026 receberão uma Rampage zero quilômetro mais R$ 50 mil em dinheiro. “Atualmente, o campeonato conta com quatro competidores entre os dez primeiros do ranking em dinheiro da CNAR, reforçando o alto nível técnico das disputas que devem passar por Castro”, pontua Menarim. Montarias em touros e cavalos terão R$ 60 mil em premiação Além da etapa do circuito nacional, o rodeio em Castro terá premiação própria que totaliza R$ 60 mil, sendo R$ 30 mil destinados ao rodeio em touros e R$ 30 mil ao rodeio em cavalos. Em cada categoria, cinco peões serão premiados. O campeão levará R$ 12 mil, o segundo colocado receberá R$ 8 mil, o terceiro R$ 5 mil, o quarto R$ 3 mil e o quinto colocado R$ 2 mil. Estrutura reforçada e tropas confirmadas Três boiadas paranaenses estão confirmadas para garantir o alto nível das montarias. Ao todo, serão 36 animais disponibilizados pelas tropas do Condomínio Vale do Iapó, de Castro; da Cia de Rodeio JP, da cidade de Braganey; e da Cia de Rodeio Revoada, de Campina da Lagoa. Na montaria em cavalos, a equipe Pro Horse Rodeo trará uma tropa com 15 animais. Reconhecida por trabalhar com cavalos importados e por participar no Brasil exclusivamente do Rodeio de Barretos, a equipe atende a um convite especial do padrinho da festa para integrar a programação em Castro, elevando o nível técnico da disputa. Três tambores Na prova de três tambores, o município receberá uma etapa do circuito Super Stars, reunindo competidoras e competidores em uma das modalidades mais técnicas e emocionantes do rodeio. Com locução consagrada, circuito nacional, premiação robusta, tropas renomadas e estrutura reforçada, a 7ª Festa do Peão de Boiadeiro de Castro promete mais uma edição histórica, consolidando o município no calendário dos grandes rodeios do Paraná e do Brasil.
Central de Exames não terá atendimento nesta sexta-feira em Carambeí
A Secretaria Municipal de Saúde de Carambeí comunicou que a Central de Exames estará fechada nesta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026. De acordo com a pasta, a suspensão temporária do atendimento ocorre em razão de trabalhos internos de organização das agendas para o mês de março. O atendimento ao público será retomado normalmente na próxima semana. A Secretaria orienta que pacientes fiquem atentos às datas já agendadas e, em caso de dúvidas, busquem informações junto aos canais oficiais da Prefeitura.
Paraná inicia entrega de vacinas contra dengue e amplia proteção de profissionais de saúde
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) iniciou nesta quinta-feira (26) a distribuição da nova vacina contra a dengue às Regionais de Saúde. A vacina, 100% nacional, produzida pelo Instituto Butantan, reforça as ações de enfrentamento à doença e amplia a proteção dos trabalhadores de saúde que atuam na linha de frente do atendimento à população. Ao todo, no momento, o Estado recebeu 31.500 doses. Nesta etapa, as doses serão destinadas prioritariamente aos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), conforme diretrizes nacionais de imunização. O público inclui trabalhadores que exercem atividades assistenciais, de prevenção e apoio nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A população prevista deste público no Paraná é de 61.486 pessoas, segundo levantamento realizado nos 399 municípios. Com a chegada de apenas 51% das doses necessárias, a aplicação ocorrerá de forma prioritária para os vacinadores que trabalham em salas de vacinas públicas, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Em 2024, o Estado iniciou a vacinação contra a dengue com imunizantes do laboratório Takeda, direcionada inicialmente ao público de 10 a 14 anos, com a aplicação de 277.653 doses. Com a chegada das novas doses produzidas pelo Instituto Butantan, a vacinação será ampliada para a faixa etária de 15 a 59 anos. De acordo com a Sesa, a chegada dessas doses permite fortalecer a proteção dos profissionais da rede pública e dar continuidade à vacinação de públicos prioritários, conforme a disponibilidade de imunizantes enviados pelo Ministério da Saúde. “O Paraná segue atento ao cenário epidemiológico e mantém ações permanentes de prevenção e controle. A vacinação é uma ferramenta fundamental para reduzir casos graves e internações, além de proteger os profissionais que estão diariamente em contato com a população”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Assim que a Sesa receber mais doses, ampliará a vacinação para os demais trabalhadores da APS no Estado”, acrescenta. A nova vacina possui dose única e contém vírus atenuados dos sorotipos 1, 2, 3 e 4, e é capaz de produzir uma resposta imune para os quatro sorotipos da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). A ampliação da cobertura vacinal faz parte de uma estratégia integrada que inclui vigilância epidemiológica, mobilização da população e ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. A Sesa reforça que, mesmo com a vacinação, é fundamental manter as medidas de prevenção, como eliminação de criadouros do mosquito, limpeza de ambientes e atenção aos sintomas da doença. Profissionais das 22 Regionais já foram capacitados e receberam todas as orientações sobre esta nova etapa da vacinação contra a dengue.