

O segundo bloco do debate entre os candidatos ao Governo do Paraná foi marcado por confrontos diretos e discussões sobre corrupção, saúde, Porto de Paranaguá, Copel e aposentadoria de ex-governadores.
A abertura ficou por conta de Requião Filho, que questionou Sergio Moro sobre sua relação com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Moro respondeu afirmando que não é o presidente do partido quem irá governar o Paraná. Na sequência, os candidatos discutiram propostas relacionadas ao combate à corrupção e fizeram críticas e acusações envolvendo pessoas ligadas aos grupos políticos.
Na sequência, Moro questionou Sandro Alex. O confronto passou por temas relacionados à votação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e às posições dos candidatos em relação à Presidência da República. Depois, o debate avançou para saúde pública, com propostas envolvendo construção de hospitais, redução de filas e financiamento pela tabela do SUS. A questão energética também entrou na discussão.
Em seguida, Sandro Alex questionou Requião Filho sobre o Porto de Paranaguá e possíveis restrições à operação. Requião Filho afirmou que é necessário combater o crime organizado que utiliza o porto para o tráfico de drogas. Os candidatos também apresentaram propostas relacionadas à eficiência da operação portuária.
Outro tema de destaque foi a Copel. A empresa, privatizada em 2023, foi motivo de novas críticas e acusações entre os candidatos, que apresentaram posições distintas sobre o processo e os impactos para o Paraná.
O bloco terminou com a discussão sobre a aposentadoria paga a ex-governadores do Paraná, tema que também gerou divergências entre os candidatos.