Com vacinas disponíveis no SUS, Estado reforça imunizantes essenciais às gestantes

O Paraná já aplicou 9.329 doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) para mulheres gestantes a partir da 28ª semana. Essa vacina foi incorporada neste ano no Calendário Nacional de Vacinação, chegou ao Estado no dia 3 de dezembro e no dia 5, os municípios iniciaram a aplicação do imunizante. Na rede privada, o imunizante pode custar até R$ 1.600.

Diante da procura por esse imunizante, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) faz um alerta para a necessidade das gestantes manterem a caderneta de vacinação atualizada e receber outros imunizantes essenciais durante o período gestacional, como forma de cuidado com a saúde dela e do bebê.

Durante a gestação, as mulheres precisam tomar vacinas que protegem contra doenças imunopreveníveis, como a hepatite B, influenza, Covid-19, difteria, tétano e coqueluche, assim como a VSR. O Paraná tem mais de 1.850 salas de vacinas distribuídas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos 399 municípios.

“Manter a caderneta atualizada é essencial como forma de prevenir doenças. Por isso, a Sesa reforça a importância das gestantes se protegerem contra essas outras doenças que tem vacina disponíveis pelo SUS. Quando forem fazer a aplicação contra o VSR, podem aproveitar e fazer a para as demais. Pedimos ainda que os profissionais de saúde aproveitem a oportunidade da vacinação contra o VSR para verificar a situação vacinal das gestantes em relação a todas as demais vacinas do Calendário”, orientou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

O alerta da Sesa é em razão dos imunizantes estarem com baixos índices de cobertura entre as gestantes. A vacinação contra a influenza, cuja meta é vacinar 90% das gestantes, o índice no Paraná é de 68,82%, com 67.614 doses aplicadas.

Já a vacina dTpa, contra difteria, tétano e coqueluche, o Estado apresenta um índice de 58,3% de cobertura vacinal entre as gestantes cadastradas acima de 20 semanas. E contra a covid, apenas 3.191 doses foram aplicadas em gestantes no ano de 2025.

“São índices que nos preocupam, pois as vacinas estão disponíveis nas salas de vacinação, são seguras e eficazes, milhares de pessoas já receberam e não existe nenhum problema para a gravides, muito pelo contrário, garantem uma gestação mais segura para as futuras mamães e também para os bebês. Reforço o alerta para que as gestantes se atentem à vacinação contra essas doenças”, completou o secretário.

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